SÁBADOS NO CASTELO – PESSOAS DO LADO DE LÁ

O circo cruza-se com a música e a dança do Brasil e da Argentina, num constante diálogo entre diferentes culturas.
Da Argentina vem o tango – sinónimo de paixão, melancolia e tristeza!
Do Brasil vem o Samba – símbolo da identidade do povo brasileiro, a originalidade do seu ritmo, a essência e a alegria deste povo.
O Circo leva-nos numa viagem por estas culturas da música e da dança reportando-nos para um universo dinâmico, atual e de linguagem universal. Lisboa celebra outras culturas e outros povos!

SÁBADOS NO CASTELO – PESSOAS DO LADO DE LÁ
5, 12, 19 e 26 AGO | 19H
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge
ARTES PERFORMATIVAS
CHAPITÔ

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VISITAS EM FAMÍLIA – O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE

Visita de exploração do castelo e da alcáçova medieval e da sua relação com a cidade propriamente dita, numa abordagem das estruturas defensivas da cidade medieva do século XI-XII, assim como dos aspetos sociais, religiosos e económicos da época, tendo por base o cenário encontrado pelo contingente militar cristão liderado por Afonso Henriques que, após um longo cerco de aproximadamente quatro meses, entra na cidade em 25 de Outubro de 1147, hasteando o estandarte da cristandade.

VISITAS EM FAMÍLIA | O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE
26 FEV | 27 AGO
11H | M/6 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | [email protected] | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES

Este é um retrato do nosso primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, com suas conquistas e suas derrotas. O retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador temível que em nome do reino de Deus ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES
2, 9, 16, 23 e 30 SET | 19H
M/6 | 50m sem intervalo | bilhete Castelo de S. Jorge

TEATRO

a partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da idade média

dramaturgia, encenação e espaço cénico JOÃO BRITES
música ARRANJO MUSICAL A PARTIR DE RECOLHA DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
oralidade TERESA LIMA
figurinos CLARA BENTO
adereços ISABEL CARRETAS, CLARA BENTO e FÁTIMA SANTOS
desenho de luz JOÃO CACHULO
com GUILHERME NORONHA, JOÃO NECA, MIGUEL JESUS, RITA BRITO e SARA DE CASTRO

criação TEATRO O BANDO
coprodução TEATRO NACIONAL D. MARIA II

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(Português) JOGOS EM FAMÍLIA

Arautos da Brincadeira, D. Berengário e D. Segismundo, só descansam quando todos participarem nas brincadeiras e jogos de outros tempos que prepararam: o quebra-bilhas, a vara-cega, a torre do tesouro, entre outras brincadeiras e surpresas.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | JOGOS EM FAMÍLIA
5 FEV | 5 MAR | 2 ABR | 7 MAI | 4 JUN | 2 JUL | 6 AGO | 3 SET | 1 OUT | 5 NOV | 3 DEZ
11H | M/5 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | [email protected] | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES

Este é um retrato do nosso primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, com suas conquistas e suas derrotas. O retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador temível que em nome do reino de Deus ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES
2, 9, 16, 23 e 30 SET | 19H
M/6 | 50m sem intervalo | bilhete Castelo de S. Jorge

TEATRO

a partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da idade média

dramaturgia, encenação e espaço cénico JOÃO BRITES
música ARRANJO MUSICAL A PARTIR DE RECOLHA DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
oralidade TERESA LIMA
figurinos CLARA BENTO
adereços ISABEL CARRETAS, CLARA BENTO e FÁTIMA SANTOS
desenho de luz JOÃO CACHULO
com GUILHERME NORONHA, JOÃO NECA, MIGUEL JESUS, RITA BRITO e SARA DE CASTRO

criação TEATRO O BANDO
coprodução TEATRO NACIONAL D. MARIA II

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ARTES BÉLICAS – BATALHA DE TORO (1476)

- Portugal e Aragão envolvem-se na Guerra Civil Castelhana

As ingerências nos assuntos internos dos outros Reinos, nomeadamente nas sucessões dinásticas, eram uma ocupação favorita das casas reais Ibéricas.

Com a morte de Henrique VII criam-se duas fações e o impasse resultante só pode ser resolvido através das forças das armas, mergulhando Castela numa guerra civil. Cada lado reúne os seus apoios, com os reinos de Portugal e Aragão em lados diferentes do conflito. A batalha é longa, renhida e confusa, entrando pela noite dentro. As forças de D. Afonso V sofrem pesadas baixas e colapsam mas a ala do Infante D. João II (o futuro “Príncipe Perfeito”) assegura o domínio do campo de batalha.

Tanto do lado castelhano como do português, os “espingardeiros” destacam-se pela sua capacidade de rechaçar a cavalaria inimiga e infligir perdas pesadas entre a nobreza.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
SÉCULO XV – BATALHA DE TORO (1476)
12 MAR | 11 JUN | 10 SET | 10 DEZ
11h00 | TODAS AS IDADES | Bilhete Castelo de S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES

Este é um retrato do nosso primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, com suas conquistas e suas derrotas. O retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador temível que em nome do reino de Deus ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES
2, 9, 16, 23 e 30 SET | 19H
M/6 | 50m sem intervalo | bilhete Castelo de S. Jorge

TEATRO

a partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da idade média

dramaturgia, encenação e espaço cénico JOÃO BRITES
música ARRANJO MUSICAL A PARTIR DE RECOLHA DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
oralidade TERESA LIMA
figurinos CLARA BENTO
adereços ISABEL CARRETAS, CLARA BENTO e FÁTIMA SANTOS
desenho de luz JOÃO CACHULO
com GUILHERME NORONHA, JOÃO NECA, MIGUEL JESUS, RITA BRITO e SARA DE CASTRO

criação TEATRO O BANDO
coprodução TEATRO NACIONAL D. MARIA II

(Português) RITUAL ALMENARA

(Português) A designação Almenara remete para o episódio descrito por Fernão Lopes, na crónica de D. João I, no contexto da revolução de 1383/85 quando o Mestre de Avis está cercado em Lisboa pelos castelhanos e Nuno Álvares Pereira acende uma almenara no Castelo de Palmela como forma de comunicação com o Castelo de Lisboa.

O espetáculo Ritual Almenara pretende celebrar um grande evento através da música, da voz, das artes performativas e da multimédia de modo a consolidar a valorização do património histórico numa criação artística contemporânea de luz e som entre o castelo de Palmela e o castelo de S. Jorge, afirmando a história, a identidade, o património e a cultura das duas cidades e dos seus territórios.

O Almenara é um programa de ação desenvolvido em parceria pelo Município de Palmela e pelo Município de Lisboa com base em atividades comuns e outras específicas para cada território/Castelo numa lógica de ligação da Cidade/Região das duas margens.

RITUAL ALMENARA
a partir do episódio histórico de 1383/85 escrito por Fernão Lopes na crónica de D. João I

16 SET | 21H30 | todas as idades | entrada gratuita

TEATRO DE ARENA

direção artística João Brites e Jorge Gomes Ribeiro
produção Câmara Municipal de Palmela e EGEAC / Castelo de S. Jorge

TEATRO O BANDO e COMPANHIA DA ESQUINA

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DANÇAS COM HISTÓRIA – DANÇAS DO TEMPO DE D. JOÃO IV

Tempos difíceis estes da segunda metade do século XVII, em que das ruínas de um império usurpado se ergueu de novo um povo reclamando o que lhe pertencia. Depois da usurpação, a restauração. A grandeza fora já perdida, é certo, e com ela também as glórias de outrora. Ficava a honra, a dignidade, a persistência em preservar a independência.

As danças de uma época de decadência, em qua a corte e a nação resistiam à dominação forasteira. Por entre os sons dos instrumentos, escutavam-se ao longe marchas de guerra: os sons e as danças da Restauração da Independência (século XVII) e da reconquista do Brasil, em que, uma vez mais, a vitória pertenceria a quem outrora tivera a coragem de descobrir o mundo. Foi o tempo de Salvador Correia de Sá e de André de Albuquerque Ribafria…

As danças evocam a moda das Countrydances inglesas, em voga em toda a Europa, ao longo do século XVII mercê dos tratados de dança de J. Playford. Em Inglaterra o gosto pela música séria impõe-se graças à publicação de várias obras de teoria musical de John Playford. Mas, o que torna Playford famoso, são as edições de antigas country dances na sua obra mais conhecida – The English Dancing Master, cuja I.ª edição data de 1650. A partir de meados do século XVII a Countrydance torna-se conhecida em toda a Europa através de França com o nome de Contredanse.

DANÇAS COM HISTÓRIA – DANÇAS DO TEMPO DE D. JOÃO IV
19 MAR | 18 JUN | 17 SET | 17 DEZ
11H | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES

Este é um retrato do nosso primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, com suas conquistas e suas derrotas. O retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador temível que em nome do reino de Deus ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES
2, 9, 16, 23 e 30 SET | 19H
M/6 | 50m sem intervalo | bilhete Castelo de S. Jorge

TEATRO

a partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da idade média

dramaturgia, encenação e espaço cénico JOÃO BRITES
música ARRANJO MUSICAL A PARTIR DE RECOLHA DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
oralidade TERESA LIMA
figurinos CLARA BENTO
adereços ISABEL CARRETAS, CLARA BENTO e FÁTIMA SANTOS
desenho de luz JOÃO CACHULO
com GUILHERME NORONHA, JOÃO NECA, MIGUEL JESUS, RITA BRITO e SARA DE CASTRO

criação TEATRO O BANDO
coprodução TEATRO NACIONAL D. MARIA II

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