DOMINGOS EM FAMÍLIA

Neste programa descubra as nossas atividades de carácter mais lúdico para realizar entre amigos e com a família nas manhãs de domingo.

JOGOS EM FAMÍLIA
11H | M/5 | 3,5 €
7 JAN | 4 FEV | 4 MAR | 1 ABR | 6 MAI | 3 JUN | 1 JUL | 5 AGO | 2 SET | 7 OUT | 4 NOV | 2 DEZ
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE
Faça equipa com o seu filho e inscreva-se para os jogos de outros tempos que os Arautos da Brincadeira do Castelo de S. Jorge prepararam: quebra bilhas, arco e flecha, pé atado, salto ao eixo, jogo do arco, entre outros jogos e surpresas.

ARTES BÉLICAS NO CASTELO
11H | M/5 | Bilhete Castelo S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

ARTILHARIA MEDIEVAL
14 JAN | 8 ABR | 8 JUL | 14 OUT

O que é necessário para conquistar um castelo?

Derrubar as suas muralhas!

Ao longo dos séculos vários engenhos foram utilizados para atingir esse objetivo, antes do advento da pólvora negra utilizavam-se enormes máquinas como as Petrarias, Catapultas e Trabucos, bem como Balistas e Espringales, a chegada dos “canhões” como os falcões e serpentinas torna todos os outros engenhos obsoletos.

Este programa irá explorar vantagens, desvantagens, evolução e queda em desuso dos três tipos de engenhos utilizados para operações de cerco, começando com o cerco de Lisboa e uma Petraria, passando pela conquista de Silves com uma Balista e acabando com o cerco de Ceuta com um falcão de campo.

No final do programa o visitante poderá experimentar o uso quer da Petraria quer da Balista sob a supervisão dos membros do Ofício Bélico.

DA GÉNESE AO OCASO DO CAVALEIRO
11 FEV | 13 MAI | 12 AGO | 11 NOV

Este programa terá como foco o Cavaleiro medieval, a figura maior do imaginário medieval, como surge, como evolui ao longo dos séculos e finalmente como desaparece do campo de batalha. Veremos os vários tipos de armas e armaduras e como finalmente as armas tradicionais dos cavaleiros sucumbem perante o aparecimento das armas de fogo. Veremos igualmente como essa mudança está diretamente relacionada com o inevitável “fim” do cavaleiro.

A NOBRE ARTE DA ESGRIMA
11 MAR | 10 JUN | 9 SET | 9 DEZ

Este programa irá mostrar a evolução da esgrima enquanto defesa pessoal, como técnica distinta da esgrima de combate usada em campo de batalha.

Serão explorados os vários manuais de esgrima de diferentes séculos, que codificaram as diferentes armas e formas de combate. Alguns dos manuais explorados durante este programa serão:

> I33 / Codex Valpurgis – O mais antigo manual de esgrima que se conhece, datado de final de Séc. XIII. – Espada curta / Faca longa e broquel / Tampa de panela!

> Licktenhaur – Lange messer (Faca longa) Séc. XIV

> Espada bastarda Séc. XV

> Rapier / Rapier e Adaga – Thomaz Luis (?) Séc. XVII Destreza Vulgar – Portugal

DANÇAS COM HISTÓRIA
11H | M/5 | Bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA

CIÊNCIA E INOVAÇÃO OU… UM SABER DE EXPERIÊNCIA FEITO…
Técnicas, saberes e ciências dos Portugueses dos séculos XV, XVI e XVII

Diz-nos Camões n’ Os Lusíadas…

“Tomai conselho só de experimentados…”
Diz-nos Duarte Pacheco Pereira no Esmeraldo de Situ Orbis…
“Porque a experiência é a madre das coisas, por ela sabemos radicalmente a verdade…”

Este foi um dos pilares e, ao mesmo tempo, um dos frutos da Expansão e dos Descobrimentos portugueses: o saber. Um saber de experiência feito, um saber que aprendeu com o tempo e com a vida, um saber que se sedimentou em torno de novos conhecimentos práticos, um saber diferente do antigo conhecimento escolástico baseado no vetusto princípio da autoridade. Compêndios de botânica e cartas de marear, tratados navais e instrumentos de navegação, tudo saiu das mãos dos navegantes portugueses, à medida que novos mundos iam dando ao mundo e novos conhecimentos iam revelando.
A Associação Danças com História revive, através destes três espetáculos, o mundo do novo saber trazido pelos portugueses, os sons, as cores, os trajes, as danças de um tempo em que o tempo era novo e novo era o mundo. Danças de quatrocentos, de quinhentos e de seiscentos enquadrarão os textos dos arautos e dos personagens que nos falarão do saber agora feito por homens experimentados. Pelos portugueses…!

SÉCULO XV
21 JAN | 15 ABR | 15 JUL | 21 OUT

Os sons e as danças, os trajes e os gestos do início da nossa Expansão.
A presença dos personagens – Abraão Zacuto e Duarte Pacheco Pereira – falando das suas técnicas inovadoras, são enquadradas em festas de corte com danças de época – Saltarelos, Branles e judengas, de origem popular, mas igualmente com as Basses Danses e com repertório do Tratado de Guglielmo Ebreo.

SÉCULO XVI
18 FEV | 19 AGO | 18 NOV

Com Pedro Nunes falando do nónio e do anel náutico, perante um herbário de plantas e ervas medicinais que Garcia da Orta irá comentar, entre as palavras do Arauto, na presença de D. João III e de D. Catarina de Áustria, as danças da segunda metade do século XVI recordam um tempo em que “A dança é considerada uma atividade moral e educativa, aconselhada como exercício para o corpo e para o espírito, ensinada desde a infância e um dos requisitos necessários à formação da dama e do cortesão”.

SÉCULO XVII
18 MAR | 17 JUN | 16 SET | 16 DEZ

No tempo da nova engenharia de fortalezas de Luis Serrão Pimentel, os salões de corte inglesa alegram-se com as country dances, divulgadas num dos tratados de dança de Jonh Playford, The English Dancing Master, datado de1650. Divulgado por toda a Europa é através de França que se torna a dança seiscentista de eleição – a contredanse.

VISITAS EM FAMÍLIA
11H | M/6 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

ANTES DO CASTELO
28 JAN | 22 ABR | 22 JUL | 28 OUT
A história e a arqueologia dos períodos anteriores à construção do Castelo: das culturas que chegaram à cidade de Lisboa entre os séculos VIII e III a.C. e do impacto que tiveram no comércio, no urbanismo e na cultura material da época. Dos vestígios da passagem do exército romano republicano por Olisipo, no século II a.C., e de como essa presença se transformou mais tarde numa cidade romana imperial até à chegada dos Visigodos no século V.

O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE
25 FEV | 27 MAI | 26 AGO | 25 NOV
Visita de exploração do castelo e da alcáçova medieval e da sua relação com a cidade propriamente dita, numa abordagem das estruturas defensivas da cidade medieva do século XI-XII, assim como dos aspetos sociais, religiosos e económicos da época, tendo por base o cenário encontrado pelo contingente militar cristão liderado por Afonso Henriques que, após um longo cerco de aproximadamente quatro meses, entra na cidade em 25 de Outubro de 1147, hasteando o estandarte da cristandade.

O CASTELO ENTRE OS SÉCULOS XIII E XVI: RESIDÊNCIA REAL
25 MAR | 24 JUN | 23 SET | 23 DEZ
Visível de vários pontos da cidade, o castelo de Lisboa ergue-se na colina destacando-se da malha urbana contemporânea. No seu interior, questionamo-nos onde vivia a Corte. Mas a realidade lisboeta é diferente de outras realidades europeias e o castelejo é uma fortaleza. Ao longo da visita, exploraremos os traços visíveis do Paço Real da Alcáçova, utilizado pelos Reis de Portugal na transição da Idade Média para a Idade Moderna. Alvo de sucessivas transformações entre os séculos XIII e XVI, por ele passaram figuras e factos de relevância para a História do país.

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