Aberto ao público 7 dias por semana, o Castelo de S. Jorge é hoje um local onde se pode desfrutar do património, ficar a saber um pouco da história de Lisboa na Exposição Permanente, explorar os vestígios do bairro islâmico do século XI no Sítio Arqueológico, descobrir vistas inéditas da cidade na Câmara Escura, passear pelos jardins e miradouro, fazer uma pausa no Café do Castelo, participar em visitas guiadas ou noutras atividades pedagógicas ou, simplesmente, deixar-se encantar com a música, o teatro, a dança e as tertúlias sobre património que vão animando os dias neste notável Monumento de Lisboa.

Camera Obscura

Camera Obscura

A câmara escura, sistema ótico de lentes e espelhos, permite observar minuciosamente a cidade em tempo real, os seus monumentos e zonas mais emblemáticas, o rio e a azáfama própria de Lisboa, num olhar que percorre 360º.

Castelejo

Castelejo

De época islâmica, construído em meados do século XI, a fortificação situa-se na zona de mais difícil acesso do topo da colina, aproveitando as escarpas naturais a Norte e Oeste. O castelo tinha como função albergar a guarnição militar e, em caso de cerco, as elites que viviam na alcáçova (a cidadela). Não tinha uma função de residência como acontece com outros castelos da Europa. Preserva ainda 11 torres, das quais se destacam a Torre de Menagem, a Torre do Haver ou do Tombo, a Torre do Paço, a Torre da Cisterna e a Torre de São Lourenço, situada a meia encosta. Na segunda praça encontram-se ainda vestígios de antigas construções e uma cisterna. Ainda neste átrio, é visível, na muralha Norte, uma pequena porta designada por Porta da Traição, que permitia a entrada ou saída de mensageiros secretos em caso de necessidade.

Castelo de S. Jorge

Castelo de S. Jorge

Aberto ao público 7 dias por semana, o Castelo de S. Jorge é hoje um local onde se pode desfrutar do património, ficar a saber um pouco da história de Lisboa na Exposição Permanente, explorar os vestígios do bairro islâmico do século XI no Sítio Arqueológico, descobrir vistas inéditas da cidade na Câmara Escura, passear pelos jardins e miradouro, fazer uma pausa no Café do Castelo, participar em visitas guiadas ou noutras atividades pedagógicas ou, simplesmente, deixar-se encantar com a música, o teatro, a dança e as tertúlias sobre património que vão animando os dias neste notável Monumento de Lisboa.

Exposição Permanente

Exposição Permanente

Coleção visitável constituída por um acervo de objetos encontrados na área arqueológica (Sítio Arqueológico), proporcionando a descoberta das múltiplas culturas e vivências que desde o século VII a.C. ao século XVIII foram contribuindo para a construção da Lisboa da atualidade, com particular destaque para o período islâmico do século XI-XII.

Jardim de espécies autóctones da floresta portuguesa

Jardim de espécies autóctones da floresta portuguesa

O jardim-paisagem do Castelo de S. Jorge é hoje o único espaço verde de Lisboa onde dominam, e são observáveis, as principais espécies autóctones da floresta portuguesa, como os sobreiros, zambujeiros, alfarrobeiras, medronheiros, pinheiros-mansos e algumas árvores de fruto em memória da antiga horta do Paço Real da Alcáçova.

Miradouro

Miradouro

Em virtude da sua excecional localização, o Castelo de S. Jorge destaca-se do conjunto dos miradouros de Lisboa pelas vistas únicas e majestosas que permite usufruir.

Sítio Arqueológico (acesso condicionado)

Sítio Arqueológico (acesso condicionado)

Conjunto de vestígios arqueológicos que testemunham três períodos significativos da história de Lisboa: (1) as primeiras ocupações conhecidas que remontam ao século VII a.C.; (2) os vestígios da zona residencial de época islâmica, da época de construção do castelo, de meados do século XI; (3) as ruínas da última residência palaciana da antiga alcáçova, destruída pelo terramoto de Lisboa de 1755.

Vestígios do Antigo Paço Real da Alcáçova

Vestígios do Antigo Paço Real da Alcáçova

Todo o conjunto edificado onde se encontram hoje instalados a Exposição Permanente, o Café do Castelo e o restaurante Casa do Leão constitui a memória mais significativa da antiga residência real medieval. Também na zona do Jardim Romântico e nos terraços é possível ver alguns elementos arquitetónicos que integravam a antiga residência real. O paço real ficou muito destruído com o terramoto de Lisboa de 1755. A ilustração da receção da Exposição Permanente, reprodução de um desenho do século XVI, é o testemunho mais expressivo do que era o Paço Real, e a cidade de Lisboa, antes do terramoto.

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