DSCF9066

JOGOS EM FAMÍLIA

Arautos da Brincadeira, D. Berengário e D. Segismundo, só descansam quando todos participarem nas brincadeiras e jogos de outros tempos que prepararam: o quebra-bilhas, a vara-cega, a torre do tesouro, entre outras brincadeiras e surpresas.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | JOGOS EM FAMÍLIA
5 FEV | 5 MAR | 2 ABR | 7 MAI | 4 JUN | 2 JUL | 6 AGO | 3 SET | 1 OUT | 5 NOV | 3 DEZ
11H | M/5 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

arqueiros_besteiros_arcabuzeiros

ARTES BÉLICAS – BATALHA DE TORO (1476)

- Portugal e Aragão envolvem-se na Guerra Civil Castelhana

As ingerências nos assuntos internos dos outros Reinos, nomeadamente nas sucessões dinásticas, eram uma ocupação favorita das casas reais Ibéricas.

Com a morte de Henrique VII criam-se duas fações e o impasse resultante só pode ser resolvido através das forças das armas, mergulhando Castela numa guerra civil. Cada lado reúne os seus apoios, com os reinos de Portugal e Aragão em lados diferentes do conflito. A batalha é longa, renhida e confusa, entrando pela noite dentro. As forças de D. Afonso V sofrem pesadas baixas e colapsam mas a ala do Infante D. João II (o futuro “Príncipe Perfeito”) assegura o domínio do campo de batalha.

Tanto do lado castelhano como do português, os “espingardeiros” destacam-se pela sua capacidade de rechaçar a cavalaria inimiga e infligir perdas pesadas entre a nobreza.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
SÉCULO XV – BATALHA DE TORO (1476)
12 MAR | 11 JUN | 10 SET | 10 DEZ
11h00 | TODAS AS IDADES | Bilhete Castelo de S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

casamento_d_filipa_de_lencastre_bx

DANÇAS COM HISTÓRIA – DANÇAS DO TEMPO DE D. JOÃO IV

Tempos difíceis estes da segunda metade do século XVII, em que das ruínas de um império usurpado se ergueu de novo um povo reclamando o que lhe pertencia. Depois da usurpação, a restauração. A grandeza fora já perdida, é certo, e com ela também as glórias de outrora. Ficava a honra, a dignidade, a persistência em preservar a independência.

As danças de uma época de decadência, em qua a corte e a nação resistiam à dominação forasteira. Por entre os sons dos instrumentos, escutavam-se ao longe marchas de guerra: os sons e as danças da Restauração da Independência (século XVII) e da reconquista do Brasil, em que, uma vez mais, a vitória pertenceria a quem outrora tivera a coragem de descobrir o mundo. Foi o tempo de Salvador Correia de Sá e de André de Albuquerque Ribafria…

As danças evocam a moda das Countrydances inglesas, em voga em toda a Europa, ao longo do século XVII mercê dos tratados de dança de J. Playford. Em Inglaterra o gosto pela música séria impõe-se graças à publicação de várias obras de teoria musical de John Playford. Mas, o que torna Playford famoso, são as edições de antigas country dances na sua obra mais conhecida – The English Dancing Master, cuja I.ª edição data de 1650. A partir de meados do século XVII a Countrydance torna-se conhecida em toda a Europa através de França com o nome de Contredanse.

DANÇAS COM HISTÓRIA – DANÇAS DO TEMPO DE D. JOÃO IV
19 MAR | 18 JUN | 17 SET | 17 DEZ
11H | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA

..