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SITE SPECIFIC | FINALMENTE O CÉU

“Finalmente o Céu” (em latim, Caelum Denique) é um grito de guerra, ou grito de armas, usado pelas cruzadas durante as guerras santas. Um grito de incentivo à ação, à força, à proteção do guerreiro e à coragem.
A importância de São Jorge é enorme entre os Portugueses mas também em vários países do mundo. Simboliza nos dias de hoje a arte da vitória e da devoção, mas também o espírito de bravura e a força para se vencer os próprios medos. Apesar das nossas lutas é o equilíbrio que importa.
Como afirma Leonardo Boff, “Existem dois lados do ser humano: o de Dragão e o de São Jorge. Isso é assim porque a nossa vida é sempre feita de luz e de sombras, do dia-bólico (aquilo que separa) e do sim-bólico (aquilo que une).” São Jorge é o que nos mostra como, nessa luta, podemos ser guerreiros e vencedores. Ele enfrentou o dragão: dá rosto à força do eu, da própria identidade, garantindo a vitória.

SITE SPECIFIC | FINALMENTE O CÉU
dança
Espetáculos | 7, 8, 14, 15, 21 e 22 JUNHO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

Orientação AMÉLIA BENTES
Cocriação e Interpretação ALUNOS FINALISTAS DO CURSO DE LICENCIATURA EM DANÇA
Figurinos CATARINA MORLA
Fotografias JOAQUIM LEAL
Parceria entre a ESD – Escola Superior de Dança, Instituto Politécnico de Lisboa e a EGEAC/Castelo de S. Jorge

dia nacional dos castelos (640x427)

SÁBADOS NO CASTELO | XÁXAS, XEXÉS E AFINS

As tradições ancestrais de festejar o Carnaval em Lisboa mantiveram-se durante todo o séc. XIX.
A partir de meados do séc. XIX com o triunfo dos liberais e a derrota dos absolutistas, as celebrações carnavalescas passaram a ter uma conotação mais política, através do aparecimento, no meio dos desfiles de mascarados, da figura típica do XEXÉ.

Esta figura era uma sátira à Lisboa do séc. XVIII e à antiga nobreza portuguesa. O XÉXÉ era a principal figura das paródias de Carnaval até 1910. Era a Caricatura da Lisboa Miguelista: trajava uma casaca de seda colorida, calção e meia branca, sapatos de fivela, cabeleira de estopa, punhos de renda e um enorme chapéu bicorne, à moda de finais do séc. XVIII – séc. XIX. Empunhava um facalhão de madeira e papel de prateado com o qual ia ameaçando: “Arreda que te espeto”.

Com a Implantação da República, em 1910, o velho Carnaval passou a ser considerado de mau gosto. Contudo, a tradição não se perdeu totalmente e os desfiles de Carnaval em carros alegóricos pela Avenida da Liberdade mantiveram-se, até aos finais da década de 1920, substituídos mais tarde pelas Marchas de Lisboa.

A universalidade do Circo, fazendo pontes entre clássico e modernidade, favorece processos fortemente interdisciplinares, significantes e dialógicos, ajudando a abraçar a diversidade, a diferença e a multiculturalidade.

Através do tratamento desta personagem, e a partir de referências plásticas e conteúdos antigos e atuais, será apresentada uma recriação do XEXÉ com a irreverência dos jovens e o olhar dos nossos dias. Serão interpretadas várias performances da época como a dança da Luta; a Dança das Espadas; a Dança da Bica e a Dança dos Machetins.

SÁBADOS NO CASTELO | XÁXAS, XEXÉS E AFINS
artes performativas
23 e 30 JUNHO | 7 e 14 JULHO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge
CHAPITÔ

morcegos BX

FORA DE HORAS | MORCEGOS NO CASTELO

Na companhia de um biólogo propõe-se um passeio noturno pelo Castelo de S. Jorge de descoberta, observação e identificação de várias espécies de morcegos que aqui habitam, como o morcego-rabudo, o morcego-anão, o morcego-de-água ou o morcego-hortelão, com a ajuda de um detetor de ultrassons, e compreender a importância extraordinária que os morcegos desempenham no funcionamento dos ecossistemas, desmistificando mitos e lendas que ainda hoje os envolvem numa aura de mistério.

FORA DE HORAS | MORCEGOS NO CASTELO
JUN, JUL, AGO e SET | SÁBADOS
20.30 | M/5 | Bilhete Normal 10 € | Bilhete Família (4 pessoas incluindo no mínimo 1 criança) 20 € | Bilhete Grupo (para mais de 15 pessoas) 5 € por pessoa
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
BIOTA

visitas em familia

VISITAS EM FAMÍLIA – O CASTELO ENTRE OS SÉCULOS XIII E XVI: RESIDÊNCIA REAL

Visível de vários pontos da cidade, o castelo de Lisboa ergue-se na colina destacando-se da malha urbana contemporânea. No seu interior, questionamo-nos onde vivia a Corte. Mas a realidade lisboeta é diferente de outras realidades europeias e o castelejo é uma fortaleza. Ao longo da visita, exploraremos os traços visíveis do Paço Real da Alcáçova, utilizado pelos Reis de Portugal na transição da Idade Média para a Idade Moderna. Alvo de sucessivas transformações entre os séculos XIII e XVI, por ele passaram figuras e factos de relevância para a História do país.

VISITAS EM FAMÍLIA – O CASTELO ENTRE OS SÉCULOS XIII E XVI: RESIDÊNCIA REAL
25 MAR | 24 JUN | 23 SET | 23 DEZ
11H | M/6 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

dia nacional dos castelos (640x427)

SÁBADOS NO CASTELO | XÁXAS, XEXÉS E AFINS

As tradições ancestrais de festejar o Carnaval em Lisboa mantiveram-se durante todo o séc. XIX.
A partir de meados do séc. XIX com o triunfo dos liberais e a derrota dos absolutistas, as celebrações carnavalescas passaram a ter uma conotação mais política, através do aparecimento, no meio dos desfiles de mascarados, da figura típica do XEXÉ.

Esta figura era uma sátira à Lisboa do séc. XVIII e à antiga nobreza portuguesa. O XÉXÉ era a principal figura das paródias de Carnaval até 1910. Era a Caricatura da Lisboa Miguelista: trajava uma casaca de seda colorida, calção e meia branca, sapatos de fivela, cabeleira de estopa, punhos de renda e um enorme chapéu bicorne, à moda de finais do séc. XVIII – séc. XIX. Empunhava um facalhão de madeira e papel de prateado com o qual ia ameaçando: “Arreda que te espeto”.

Com a Implantação da República, em 1910, o velho Carnaval passou a ser considerado de mau gosto. Contudo, a tradição não se perdeu totalmente e os desfiles de Carnaval em carros alegóricos pela Avenida da Liberdade mantiveram-se, até aos finais da década de 1920, substituídos mais tarde pelas Marchas de Lisboa.

A universalidade do Circo, fazendo pontes entre clássico e modernidade, favorece processos fortemente interdisciplinares, significantes e dialógicos, ajudando a abraçar a diversidade, a diferença e a multiculturalidade.

Através do tratamento desta personagem, e a partir de referências plásticas e conteúdos antigos e atuais, será apresentada uma recriação do XEXÉ com a irreverência dos jovens e o olhar dos nossos dias. Serão interpretadas várias performances da época como a dança da Luta; a Dança das Espadas; a Dança da Bica e a Dança dos Machetins.

SÁBADOS NO CASTELO | XÁXAS, XEXÉS E AFINS
artes performativas
23 e 30 JUNHO | 7 e 14 JULHO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge
CHAPITÔ

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FORA DE HORAS | MORCEGOS NO CASTELO

Na companhia de um biólogo propõe-se um passeio noturno pelo Castelo de S. Jorge de descoberta, observação e identificação de várias espécies de morcegos que aqui habitam, como o morcego-rabudo, o morcego-anão, o morcego-de-água ou o morcego-hortelão, com a ajuda de um detetor de ultrassons, e compreender a importância extraordinária que os morcegos desempenham no funcionamento dos ecossistemas, desmistificando mitos e lendas que ainda hoje os envolvem numa aura de mistério.

FORA DE HORAS | MORCEGOS NO CASTELO
JUN, JUL, AGO e SET | SÁBADOS
20.30 | M/5 | Bilhete Normal 10 € | Bilhete Família (4 pessoas incluindo no mínimo 1 criança) 20 € | Bilhete Grupo (para mais de 15 pessoas) 5 € por pessoa
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
BIOTA

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JOGOS EM FAMÍLIA

Faça equipa com o seu filho e inscreva-se para os jogos de outros tempos que os Arautos da Brincadeira do Castelo de S. Jorge prepararam: quebra bilhas, arco e flecha, pé atado, salto ao eixo, jogo do arco, entre outros jogos e surpresas.

DOMINGOS EM FAMÍLIA – JOGOS EM FAMÍLIA
11H | M/5 | 3,5 €
7 JAN | 4 FEV | 4 MAR | 1 ABR | 6 MAI | 3 JUN | 1 JUL | 5 AGO | 2 SET | 7 OUT | 4 NOV | 2 DEZ
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

dia nacional dos castelos (640x427)

SÁBADOS NO CASTELO | XÁXAS, XEXÉS E AFINS

As tradições ancestrais de festejar o Carnaval em Lisboa mantiveram-se durante todo o séc. XIX.
A partir de meados do séc. XIX com o triunfo dos liberais e a derrota dos absolutistas, as celebrações carnavalescas passaram a ter uma conotação mais política, através do aparecimento, no meio dos desfiles de mascarados, da figura típica do XEXÉ.

Esta figura era uma sátira à Lisboa do séc. XVIII e à antiga nobreza portuguesa. O XÉXÉ era a principal figura das paródias de Carnaval até 1910. Era a Caricatura da Lisboa Miguelista: trajava uma casaca de seda colorida, calção e meia branca, sapatos de fivela, cabeleira de estopa, punhos de renda e um enorme chapéu bicorne, à moda de finais do séc. XVIII – séc. XIX. Empunhava um facalhão de madeira e papel de prateado com o qual ia ameaçando: “Arreda que te espeto”.

Com a Implantação da República, em 1910, o velho Carnaval passou a ser considerado de mau gosto. Contudo, a tradição não se perdeu totalmente e os desfiles de Carnaval em carros alegóricos pela Avenida da Liberdade mantiveram-se, até aos finais da década de 1920, substituídos mais tarde pelas Marchas de Lisboa.

A universalidade do Circo, fazendo pontes entre clássico e modernidade, favorece processos fortemente interdisciplinares, significantes e dialógicos, ajudando a abraçar a diversidade, a diferença e a multiculturalidade.

Através do tratamento desta personagem, e a partir de referências plásticas e conteúdos antigos e atuais, será apresentada uma recriação do XEXÉ com a irreverência dos jovens e o olhar dos nossos dias. Serão interpretadas várias performances da época como a dança da Luta; a Dança das Espadas; a Dança da Bica e a Dança dos Machetins.

SÁBADOS NO CASTELO | XÁXAS, XEXÉS E AFINS
artes performativas
23 e 30 JUNHO | 7 e 14 JULHO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge
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FORA DE HORAS | MORCEGOS NO CASTELO

Na companhia de um biólogo propõe-se um passeio noturno pelo Castelo de S. Jorge de descoberta, observação e identificação de várias espécies de morcegos que aqui habitam, como o morcego-rabudo, o morcego-anão, o morcego-de-água ou o morcego-hortelão, com a ajuda de um detetor de ultrassons, e compreender a importância extraordinária que os morcegos desempenham no funcionamento dos ecossistemas, desmistificando mitos e lendas que ainda hoje os envolvem numa aura de mistério.

FORA DE HORAS | MORCEGOS NO CASTELO
JUN, JUL, AGO e SET | SÁBADOS
20.30 | M/5 | Bilhete Normal 10 € | Bilhete Família (4 pessoas incluindo no mínimo 1 criança) 20 € | Bilhete Grupo (para mais de 15 pessoas) 5 € por pessoa
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
BIOTA

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ARTES BÉLICAS – ARTILHARIA MEDIEVAL

O que é necessário para conquistar um castelo?

Derrubar as suas muralhas!

Ao longo dos séculos vários engenhos foram utilizados para atingir esse objetivo, antes do advento da pólvora negra utilizavam-se enormes máquinas como as Petrarias, Catapultas e Trabucos, bem como Balistas e Espringales, a chegada dos “canhões” como os falcões e serpentinas torna todos os outros engenhos obsoletos.

Este programa irá explorar vantagens, desvantagens, evolução e queda em desuso dos três tipos de engenhos utilizados para operações de cerco, começando com o cerco de Lisboa e uma Petraria, passando pela conquista de Silves com uma Balista e acabando com o cerco de Ceuta com um falcão de campo.

No final do programa o visitante poderá experimentar o uso quer da Petraria quer da Balista sob a supervisão dos membros do Ofício Bélico.

ARTES BÉLICAS – ARTILHARIA MEDIEVAL
14 JAN | 8 ABR | 8 JUL | 14 OUT
11H | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

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