SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES

Este é um retrato do nosso primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, com suas conquistas e suas derrotas. O retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador temível que em nome do reino de Deus ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES
2, 9, 16, 23 e 30 SET | 19H
M/6 | 50m sem intervalo | bilhete Castelo de S. Jorge

TEATRO

a partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da idade média

dramaturgia, encenação e espaço cénico JOÃO BRITES
música ARRANJO MUSICAL A PARTIR DE RECOLHA DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
oralidade TERESA LIMA
figurinos CLARA BENTO
adereços ISABEL CARRETAS, CLARA BENTO e FÁTIMA SANTOS
desenho de luz JOÃO CACHULO
com GUILHERME NORONHA, JOÃO NECA, MIGUEL JESUS, RITA BRITO e SARA DE CASTRO

criação TEATRO O BANDO
coprodução TEATRO NACIONAL D. MARIA II

visitas em familia

VISITAS EM FAMÍLIA – O CASTELO ENTRE OS SÉCULOS XIII E XVI: RESIDÊNCIA REAL

Visível de vários pontos da cidade, o castelo de Lisboa ergue-se na colina destacando-se da malha urbana contemporânea. No seu interior, questionamo-nos onde vivia a Corte. Mas a realidade lisboeta é diferente de outras realidades europeias e o castelejo é uma fortaleza. Ao longo da visita, exploraremos os traços visíveis do Paço Real da Alcáçova, utilizado pelos Reis de Portugal na transição da Idade Média para a Idade Moderna. Alvo de sucessivas transformações entre os séculos XIII e XVI, por ele passaram figuras e factos de relevância para a História do país.

VISITAS EM FAMÍLIA – O CASTELO ENTRE OS SÉCULOS XIII E XVI: RESIDÊNCIA REAL
26 MAR | 24 SET
11H | M/6 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | [email protected] | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES

Este é um retrato do nosso primeiro rei com suas glórias e vicissitudes, com suas conquistas e suas derrotas. O retrato de uma criança que herda um pedaço de terra lá para os lados de Astorga, de um adolescente que aprisiona a mãe, de um guerreiro que mata e que saqueia e que se zanga com o Papa, de um conquistador temível que em nome do reino de Deus ataca sempre de surpresa, de um velho friorento que se liberta das mãos dos castelhanos e morre aprisionado nas memórias e nas imagens de todos nós.

SÁBADOS NO CASTELO – AFONSO HENRIQUES
2, 9, 16, 23 e 30 SET | 19H
M/6 | 50m sem intervalo | bilhete Castelo de S. Jorge

TEATRO

a partir de um poema épico de tradição oral e de crónicas da idade média

dramaturgia, encenação e espaço cénico JOÃO BRITES
música ARRANJO MUSICAL A PARTIR DE RECOLHA DE MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA
oralidade TERESA LIMA
figurinos CLARA BENTO
adereços ISABEL CARRETAS, CLARA BENTO e FÁTIMA SANTOS
desenho de luz JOÃO CACHULO
com GUILHERME NORONHA, JOÃO NECA, MIGUEL JESUS, RITA BRITO e SARA DE CASTRO

criação TEATRO O BANDO
coprodução TEATRO NACIONAL D. MARIA II

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JOGOS EM FAMÍLIA

Arautos da Brincadeira, D. Berengário e D. Segismundo, só descansam quando todos participarem nas brincadeiras e jogos de outros tempos que prepararam: o quebra-bilhas, a vara-cega, a torre do tesouro, entre outras brincadeiras e surpresas.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | JOGOS EM FAMÍLIA
5 FEV | 5 MAR | 2 ABR | 7 MAI | 4 JUN | 2 JUL | 6 AGO | 3 SET | 1 OUT | 5 NOV | 3 DEZ
11H | M/5 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | [email protected] | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

visitas em familia

VISITAS EM FAMÍLIA – O QUARTEL MILITAR: DOS FILIPES ÀS INVASÕES FRANCESAS

Esta é uma visita que atravessa séculos de tumulto, ocupação, ruína e reconstrução. Com a morte D. Sebastião e o fim da dinastia de Avis, Portugal perde a sua independência para Espanha e, com os Filipes, Castelo e Palácio adquirem funções de cariz militar. O primeiro de Dezembro de 1640 devolve o Castelo ao país, mas o destrutivo terramoto do século XVIII ficou longe de o deixar intacto até à chegada das tropas napoleónicas. Paço, prisão, quartel, Torre do Tombo são espaços que mudam, mas que guardam memórias singulares da história da cidade.

VISITAS EM FAMÍLIA – O QUARTEL MILITAR: DOS FILIPES ÀS INVASÕES FRANCESAS
23 ABR | 22 OUT
11H | M/6 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | [email protected] | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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ARTES BÉLICAS – BATALHA DE NAVAS DE TOLOSA (1212)

- A união Ibérica para combater o perigo Almóada

Os almóadas representam o renascer do poder mouro, no Norte de África, na Península Ibérica. Após a vitória na batalha de Alarcos por parte da força moura, os reinos cristãos veem necessidade de quebrar o ascendente mouro.
A batalha foi resultado de uma investida longamente planeada por Afonso VIII que conseguiu reunir numa “Cruzada” forças de Castela, Aragão, Navarra e Portugal (e um pequeno contingente de Leão), mais as Ordens Militares religiosas e vários grupos de voluntários cruzados de toda a Europa (franceses, ingleses, alemães e italianos).

A participação dos cavaleiros das ordens religiosas é particularmente importante pois cada cavaleiro na realidade combatia com um escudeiro a cavalo e um ou dois peões, tornando-o numa importante força tática.
O número de prisioneiros árabes foi tão elevado que a ordem de Calatrava construiu a fortaleza de Calatrava la Nova em apenas 4 anos utilizando apenas trabalho dos prisioneiros capturados.

A vitória precipitou a queda interna da dinastia marroquina. Sem um grande poder centralizador e unificador, o al-andaluz volta a dividir-se em vários pequenos reinos (taifas), que não conseguem resistir aos avanços e conquistas dos reinos cristãos a Norte. Em pouco menos de duas décadas os Almóadas ficam confinados ao reino de Granada e em menos de quarenta anos Portugal conclui a Reconquista ao adicionar o reino do Al-Gharb.

Uma brilhante manobra de flanqueamento permitiu à força cristã manter o centro contra a investida moura, e assim contra-atacar com a cavalaria pesada capturando o palanque do Visir que teve de fugir apressadamente.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
SÉCULO XIII – BATALHA DE NAVAS DE TOLOSA (1212)
8 JAN | 9 ABR | 9 JUL | 8 OUT
11h00 | TODAS AS IDADES | Bilhete Castelo de S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

seculo xv com a arte de gil vicente

DANÇAS COM HISTÓRIA – DANÇAS DO TEMPO DE D. JOÃO I

No começo era o mar. Distante, desconhecido, tenebroso. Povoado por monstros e por medos, local de lendas e de sonhos. Como não partir, se na pobre casa portuguesa muita era a míngua e maior a esperança?

Os sons e as danças do dealbar da nossa Expansão, desse início do século XV, o tempo em que Ceuta estava perto e o mar defronte era um caminho aberto para algures, repartido entre anseios e temores. Foi o tempo de Bartolomeu Dias e de Gil Eanes…

Estão em voga as Branles, de origem popular, que foram dançadas até meados do sec XVI. Mas, este é o tempo da Basse Danse – lenta e cerimoniosa – dança da nobreza e considerada a rainha das danças.
Os mais importantes tratados de dança deste período são Basses Danses de la Cour de Bourgogne e os Manuscritos de Margarida de Áustria.

DANÇAS COM HISTÓRIA – DANÇAS DO TEMPO DE D. JOÃO I
15 JAN | 16 ABR | 16 JUL | 15 OUT
11H | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA

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