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ARTES BÉLICAS – BATALHA DE TORO (1476)

- Portugal e Aragão envolvem-se na Guerra Civil Castelhana

As ingerências nos assuntos internos dos outros Reinos, nomeadamente nas sucessões dinásticas, eram uma ocupação favorita das casas reais Ibéricas.

Com a morte de Henrique VII criam-se duas fações e o impasse resultante só pode ser resolvido através das forças das armas, mergulhando Castela numa guerra civil. Cada lado reúne os seus apoios, com os reinos de Portugal e Aragão em lados diferentes do conflito. A batalha é longa, renhida e confusa, entrando pela noite dentro. As forças de D. Afonso V sofrem pesadas baixas e colapsam mas a ala do Infante D. João II (o futuro “Príncipe Perfeito”) assegura o domínio do campo de batalha.

Tanto do lado castelhano como do português, os “espingardeiros” destacam-se pela sua capacidade de rechaçar a cavalaria inimiga e infligir perdas pesadas entre a nobreza.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
SÉCULO XV – BATALHA DE TORO (1476)
12 MAR | 11 JUN | 10 SET | 10 DEZ
11h00 | TODAS AS IDADES | Bilhete Castelo de S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

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TERTÚLIAS DE INVERNO – Um castelo de pedra, cal, areia e outras coisas

TERTÚLIAS DE INVERNO DO CASTELO
OLHARES INVULGARES SOBRE O CASTELO DE LISBOA
12 NOV, 10 DEZ, 14 JAN (2018) e 11 FEV (2018) | 2º DOMINGO DO MÊS | 16H
Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques
Gratuito mediante inscrição | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620

Uma abordagem singular do património do Castelo de S. Jorge, de descoberta de outros patrimónios que raramente são abordados, quer por as suas evidências dificilmente serem descodificadas sem o contributo de especialistas, ou por simplesmente não lhes darmos importância como objetos culturais. Quatro visitas de exploração orientadas por especialistas – uma geóloga, uma restauradora e um arqueólogo – que nos mostram um outro Castelo de S. Jorge.

12 NOV | Da rocha à pedra talhada – Os vários tipos litológicos (de pedras) que observamos no castelo, o ambiente de formação, as idades geológicas e as pedreiras, perto e longe do castelo, de onde foram trazidas. O desgaste, concreções calcárias e outras patologias das pedras; diferença entre degradação e características de formação.
Com Madalena Rodrigues (geóloga)

10 DEZ | Um castelo de pedra, cal, areia e outras coisas – O que são as argamassas, que componentes fazem parte de uma argamassa, como se fazem, como se obtêm as diferentes texturas e cores e o seu estado de conservação. As diferentes argamassas que podemos encontrar no Castelo, com diferentes funções e estados de conservação distintos.
Com Mafalda Alegre (conservadora-restauradora)

14 JAN | Dos registos sobre as pedras – Durante a construção de edifícios públicos e religiosos, os mestres pedreiros e canteiros dos sécs. XIII e XV gravaram marcas e siglas em elementos arquitetónicos cujo significado não é totalmente conhecido. São algumas destas marcas – e outras mais antigas – que vamos encontrar numa visita alternativa ao Castelo de S. Jorge.
Com João Almeida (arqueólogo)

11 FEV | Da colonização das pedras – O que são os líquenes, musgos e plantas que crescem e vivem sobre os muros e as muralhas do Castelo, como e onde se fixam, e porquê. Observando as muralhas do Castelejo vamos identificar diferentes plantas e líquenes, e ver como interferem na degradação das pedras, argamassas e muralhas.
Com Madalena Rodrigues (geóloga) e Mafalda Alegre (conservadora-restauradora)

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