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ARTES BÉLICAS – ARTILHARIA MEDIEVAL

O que é necessário para conquistar um castelo?

Derrubar as suas muralhas!

Ao longo dos séculos vários engenhos foram utilizados para atingir esse objetivo, antes do advento da pólvora negra utilizavam-se enormes máquinas como as Petrarias, Catapultas e Trabucos, bem como Balistas e Espringales, a chegada dos “canhões” como os falcões e serpentinas torna todos os outros engenhos obsoletos.

Este programa irá explorar vantagens, desvantagens, evolução e queda em desuso dos três tipos de engenhos utilizados para operações de cerco, começando com o cerco de Lisboa e uma Petraria, passando pela conquista de Silves com uma Balista e acabando com o cerco de Ceuta com um falcão de campo.

No final do programa o visitante poderá experimentar o uso quer da Petraria quer da Balista sob a supervisão dos membros do Ofício Bélico.

ARTES BÉLICAS – ARTILHARIA MEDIEVAL
14 JAN | 8 ABR | 8 JUL | 14 OUT
11H | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

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TERTÚLIAS DE INVERNO – Dos registos sobre as pedras

TERTÚLIAS DE INVERNO DO CASTELO
OLHARES INVULGARES SOBRE O CASTELO DE LISBOA
12 NOV, 10 DEZ, 14 JAN (2018) e 11 FEV (2018) | 2º DOMINGO DO MÊS | 16H
Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques
Gratuito mediante inscrição | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620

Uma abordagem singular do património do Castelo de S. Jorge, de descoberta de outros patrimónios que raramente são abordados, quer por as suas evidências dificilmente serem descodificadas sem o contributo de especialistas, ou por simplesmente não lhes darmos importância como objetos culturais. Quatro visitas de exploração orientadas por especialistas – uma geóloga, uma restauradora e um arqueólogo – que nos mostram um outro Castelo de S. Jorge.

12 NOV | Da rocha à pedra talhada – Os vários tipos litológicos (de pedras) que observamos no castelo, o ambiente de formação, as idades geológicas e as pedreiras, perto e longe do castelo, de onde foram trazidas. O desgaste, concreções calcárias e outras patologias das pedras; diferença entre degradação e características de formação.
Com Madalena Rodrigues (geóloga)

10 DEZ | Um castelo de pedra, cal, areia e outras coisas – O que são as argamassas, que componentes fazem parte de uma argamassa, como se fazem, como se obtêm as diferentes texturas e cores e o seu estado de conservação. As diferentes argamassas que podemos encontrar no Castelo, com diferentes funções e estados de conservação distintos.
Com Mafalda Alegre (conservadora-restauradora)

14 JAN | Dos registos sobre as pedras – Durante a construção de edifícios públicos e religiosos, os mestres pedreiros e canteiros dos sécs. XIII e XV gravaram marcas e siglas em elementos arquitetónicos cujo significado não é totalmente conhecido. São algumas destas marcas – e outras mais antigas – que vamos encontrar numa visita alternativa ao Castelo de S. Jorge.
Com João Almeida (arqueólogo)

11 FEV | Da colonização das pedras – O que são os líquenes, musgos e plantas que crescem e vivem sobre os muros e as muralhas do Castelo, como e onde se fixam, e porquê. Observando as muralhas do Castelejo vamos identificar diferentes plantas e líquenes, e ver como interferem na degradação das pedras, argamassas e muralhas.
Com Madalena Rodrigues (geóloga) e Mafalda Alegre (conservadora-restauradora)

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