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Date(s) - Domingo, 09 de Abril 2017
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- A união Ibérica para combater o perigo Almóada

Os almóadas representam o renascer do poder mouro, no Norte de África, na Península Ibérica. Após a vitória na batalha de Alarcos por parte da força moura, os reinos cristãos veem necessidade de quebrar o ascendente mouro.
A batalha foi resultado de uma investida longamente planeada por Afonso VIII que conseguiu reunir numa “Cruzada” forças de Castela, Aragão, Navarra e Portugal (e um pequeno contingente de Leão), mais as Ordens Militares religiosas e vários grupos de voluntários cruzados de toda a Europa (franceses, ingleses, alemães e italianos).

A participação dos cavaleiros das ordens religiosas é particularmente importante pois cada cavaleiro na realidade combatia com um escudeiro a cavalo e um ou dois peões, tornando-o numa importante força tática.
O número de prisioneiros árabes foi tão elevado que a ordem de Calatrava construiu a fortaleza de Calatrava la Nova em apenas 4 anos utilizando apenas trabalho dos prisioneiros capturados.

A vitória precipitou a queda interna da dinastia marroquina. Sem um grande poder centralizador e unificador, o al-andaluz volta a dividir-se em vários pequenos reinos (taifas), que não conseguem resistir aos avanços e conquistas dos reinos cristãos a Norte. Em pouco menos de duas décadas os Almóadas ficam confinados ao reino de Granada e em menos de quarenta anos Portugal conclui a Reconquista ao adicionar o reino do Al-Gharb.

Uma brilhante manobra de flanqueamento permitiu à força cristã manter o centro contra a investida moura, e assim contra-atacar com a cavalaria pesada capturando o palanque do Visir que teve de fugir apressadamente.

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