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VISITAS EM FAMÍLIA – O CASTELO ENTRE OS SÉCULOS XIII E XVI: RESIDÊNCIA REAL

Visível de vários pontos da cidade, o castelo de Lisboa ergue-se na colina destacando-se da malha urbana contemporânea. No seu interior, questionamo-nos onde vivia a Corte. Mas a realidade lisboeta é diferente de outras realidades europeias e o castelejo é uma fortaleza. Ao longo da visita, exploraremos os traços visíveis do Paço Real da Alcáçova, utilizado pelos Reis de Portugal na transição da Idade Média para a Idade Moderna. Alvo de sucessivas transformações entre os séculos XIII e XVI, por ele passaram figuras e factos de relevância para a História do país.

VISITAS EM FAMÍLIA – O CASTELO ENTRE OS SÉCULOS XIII E XVI: RESIDÊNCIA REAL
25 MAR | 24 JUN | 23 SET | 23 DEZ

VESTÍGIOS DO ANTIGO PAÇO REAL DA ALCÁÇOVA

ANTES DO CASTELO

A história e a arqueologia dos períodos anteriores à construção do Castelo: das culturas que chegaram à cidade de Lisboa entre os séculos VIII e III a.C. e do impacto que tiveram no comércio, no urbanismo e na cultura material da época. Dos vestígios da passagem do exército romano republicano por Olisipo, no século II a.C., e de como essa presença se transformou mais tarde numa cidade romana imperial até à chegada dos Visigodos no século V.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | VISITAS EM FAMÍLIA
ANTES DO CASTELO
6 JAN | 3 FEV | 3 MAR | 7 ABR | 5 MAI | 2 JUN | 7 JUL | 4 AGO | 1 SET | 6 OUT | 3 NOV | 1 DEZ
11.00 | M/6 | bilhete Castelo S. Jorge
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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LEITURAS DE INVERNO

Uma leitura viva da obra ‘História do cerco de Lisboa’, de José Saramago.
“Um revisor é uma pessoa séria no seu trabalho, não joga, não é prestidigitador, respeita o que está estabelecido em gramáticas e prontuários, guia-se pelas regras e não as modifica, (…) muito menos porá um não onde o autor escreveu sim, este revisor não o fará.” Raimundo Silva, enclausurado na sua rotina, na sua disciplina, na sua revolta branda contra as imprecisões, atreve-se, “em plena consciência”, a acrescentar uma palavra a um livro que pretende ser um documento histórico. Um ‘não’ que não ousa mudar a frase ou sequer o livro: ousa mudar a História.
“Assim está escrito e portanto passou a ser verdade, ainda que diferente, o que chamamos falso prevaleceu sobre o que chamamos verdadeiro, tomou o seu lugar, alguém teria de vir contar a história nova, e como.”
A proposta é extrair do texto o arco narrativo, compactando-o em 45 minutos de leitura corrida, minimizando as feridas da omissão. Num texto que vive em dois tempos paralelos, a História dentro de uma história, esta releitura foca-se na linha contemporânea, no ímpeto
de um revisor que reescreve o passado numa palavra.
“Então vai-se ao tempo que passou, que só ele é verdadeiramente tempo, e tenta-se reconstruir o momento que não soubemos reconhecer, que passava enquanto reconstruíamos outro, e assim por diante, momento após momento.”

Pedro Lamares

“HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA” DE JOSÉ SARAMAGO
28 OUT, 2 DEZ, 6 JAN (2019) e 3 FEV (2019) | 16.00
Gratuito mediante inscrição | Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques

FUNDAÇÃO JOSÉ SARAMAGO

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(Português) OS BESTEIROS DO CONTO DE LISBOA

Foi no final do século XIII que D. Dinis atribuiu 3 cartas de privilégios aos Besteiros do Conto de Serpa, evento que tradicionalmente marca o início oficial da formação dos vários contos de Besteiros pelo Reino. No entanto estas milícias concelhias tinham já longa tradição na sua organização.

A parte de explicação sobre a sua evolução, uso e capacidade bélica centra-se na história dos besteiros do conto, essa importante milícia municipal. Será abordada a totalidade da temática dos Besteiros do Conto, desde as suas obrigações milicianas, aos seus privilégios obrigações Reais.

Os besteiros farão a sua prática dominical de “tiro à barreira”, demonstrando a perícia dos atiradores e as capacidades das armas. Será colocada em campo um conto de besteiros, uma unidade liderada pelo seu anadel, devidamente equipada com as cores do Ofício Bélico e o restante equipamento usado pelos homens que treinavam o manejo destas armas.

Lisboa disponha do maior conto de besteiro do reino, totalizando 300 atiradores, em linha com o seu estatuto de capital do reino.

Apresentaremos uma coleção de bestas desde os modelos mais arcaicos sem noz de gatilho até aos modelos mais avançados com noz e arco em metal, bem como os diferentes modos de armar (p.e. polé, cranequim, garruncho, garruncha etc.), apresentaremos igualmente os vários tipos de virote e o seu uso. A evolução tecnológica e manufatura quer dos vários tipos de besta como dos vários tipos de virote é uma parte importante da explicação dada ao visitante.

Complementarmente poderão ser apresentados arcos como percursores da besta e arcabuzes como seus sucessores.

Os visitantes poderão experimentar o manejo da besta, sob da orientação dos membros do Ofício Bélico.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
OS BESTEIROS DO CONTO DE LISBOA
13 JAN | 14 ABR | 14 JUL | 13 OUT
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

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(Português) TERTÚLIAS DE INVERNO

(Português) OLHARES INVULGARES SOBRE O CASTELO DE LISBOA
11 NOV, 9 DEZ, 13 JAN (2019) e 10 FEV (2019) | 2º DOMINGO DO MÊS | 16.00

Gratuito mediante inscrição | Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques

Uma abordagem singular do património do Castelo de S. Jorge, de descoberta de outros patrimónios que raramente são abordados, quer por as suas evidências dificilmente serem descodificadas sem o contributo de especialistas, ou por simplesmente não lhes darmos importância como objetos culturais. Quatro visitas de exploração orientadas por especialistas – uma geóloga, uma restauradora e um arqueólogo – que nos mostram um outro Castelo de S. Jorge.

13 JAN (2019) | Dos registos sobre as pedras – Durante a construção de edifícios públicos e religiosos, os mestres pedreiros e canteiros dos séculos XIII e XV gravaram marcas e siglas em elementos arquitetónicos cujo significado não é totalmente conhecido. São algumas destas marcas – e outras mais antigas – que vamos encontrar numa visita alternativa ao Castelo de S. Jorge.
Com André Leitão (historiador)

seculo xv com a arte de gil vicente

DANÇAS E MÚSICAS NO PAÇO – SÉCULO XVI

DANÇAS E MÚSICAS NO PAÇO
POESIA E DANÇA – SÉCULOS XV A XVII
A voz e o corpo. O som e o movimento.
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA E DOLCIMELLO

No princípio era o verbo. Depois veio o corpo. A palavra e o gesto. E assim se fez a dança. Impossível separar aquilo que a Natureza uniu. A Associação Danças com História e Dolcimello trazem ao Castelo de S. Jorge um conjunto de danças históricas assentes no que de melhor a nossa literatura produziu nos séculos XV, XVI e XVII…

SÉCULO XVI
20 JAN | 17 FEV | 17 MAR | 21 ABR
Liberta do latim medieval, senhora já dos seus plenos e amplos recursos, a língua portuguesa ganha o estatuto que a partir daí nunca mais perdeu. O português torna-se império e começa a gerar descendência, com idiomas crioulos e sotaques variados por esse mundo fora. É o tempo glorioso de Camões e mestre Gil, de Bernardim e de Resende. É o tempo dourado da poesia quinhentista.

Ao mesmo tempo, é o período de afirmação da dança portuguesa, sincrética e original, assente nos ritmos ibéricos e aberta ao que outras cortes dançavam. Essas mesmas cortes para onde as princesas portuguesas iam, desde Castela até à Borgonha e mais além.

Eis, pois, a palavra e a dança do século XVI acompanhadas por um conjunto de flautas renascentistas e percussão.

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O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE

Descobrir o castelo e a alcáçova medieval e a sua relação com a cidade propriamente dita, numa abordagem das estruturas defensivas da cidade medieva do século XI-XII, assim como dos aspetos sociais, religiosos e económicos da época, tendo por base o cenário encontrado pelo contingente militar cristão liderado por Afonso Henriques que, após um longo cerco de aproximadamente quatro meses, entra na cidade em 25 de Outubro de 1147, hasteando o estandarte da cristandade.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | VISITAS EM FAMÍLIA
O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE
27 JAN | 24 FEV | 24 MAR | 28 ABR | 26 MAI | 23 JUN | 28 JUL | 25 AGO | 22 SET | 27 OUT | 24 NOV | 22 DEZ
11.00 | M/6 | 3,50 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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