6_programa_castelo_abril

(Português) UM FIO DE AR

(Português) “Não podia ver-me como os outros me viam, não podia colocar-me diante do meu corpo e vê-lo viver com o corpo de outrem.” Luigi Pirandello

“Um fio de ar”, de Amélia Bentes, surge na sequência do trabalho da coreógrafa em torno da gramática dos afetos e da corporalidade das emoções. Surge da necessidade de pensar o espaço que nos move e nos conduz ao outro, nos faz desejar, reagir, apaixonar.

“Um fio de ar” é o título de um dos capítulos mais emblemáticos de “Um, Ninguém e Cem Mil”, do escritor Luigi Pirandello. Aqui encontrou a autora o pretexto para se inspirar no conteúdo emotivo da obra literária, sobretudo, na procura de uma tomada de consciência do “eu” e do que mentalmente esse “eu” vai acumulando.

O apego a alguns padrões emocionais e o desejo que temos de nos libertarmos deles. O que vem de fora de nós e nos devolve um outro olhar sobre a nossa existência. A inquietude que nos transporta para além do pensamento porque nos damos conta de que, dentro de cada um de nós, existe uma dimensão infinitamente mais vasta do que a dos pensamentos.

UM FIO DE AR
7, 14, 21 e 28 SETEMBRO | 5 OUTUBRO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

Direção e Coreografia AMÉLIA BENTES
Intérpretes SÉRGIO DIOGO MATIAS, DANIEL MATOS, JOSÉ RODRIGO TEIXEIRA
Música original JON LUZ
Músico ao vivo FLORENT MANNEVEAU (tuba, saxofone)
Fotografias JOAQUIM LEAL
Apoio EIRA
Produção ASSOCIAÇÃO TEATRO EXPERIMENTAL DE LAGOS – TEL
ESTA ESTRUTURA TEM O APOIO DA FUNDAÇÃO GDA

dança

visitas em familia

O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE

Descobrir o castelo e a alcáçova medieval e a sua relação com a cidade propriamente dita, numa abordagem das estruturas defensivas da cidade medieva do século XI-XII, assim como dos aspetos sociais, religiosos e económicos da época, tendo por base o cenário encontrado pelo contingente militar cristão liderado por Afonso Henriques que, após um longo cerco de aproximadamente quatro meses, entra na cidade em 25 de Outubro de 1147, hasteando o estandarte da cristandade.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | VISITAS EM FAMÍLIA
O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE
27 JAN | 24 FEV | 24 MAR | 28 ABR | 26 MAI | 23 JUN | 28 JUL | 25 AGO | 22 SET | 27 OUT | 24 NOV | 22 DEZ
11.00 | M/6 | 3,50 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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(Português) UM FIO DE AR

(Português) “Não podia ver-me como os outros me viam, não podia colocar-me diante do meu corpo e vê-lo viver com o corpo de outrem.” Luigi Pirandello

“Um fio de ar”, de Amélia Bentes, surge na sequência do trabalho da coreógrafa em torno da gramática dos afetos e da corporalidade das emoções. Surge da necessidade de pensar o espaço que nos move e nos conduz ao outro, nos faz desejar, reagir, apaixonar.

“Um fio de ar” é o título de um dos capítulos mais emblemáticos de “Um, Ninguém e Cem Mil”, do escritor Luigi Pirandello. Aqui encontrou a autora o pretexto para se inspirar no conteúdo emotivo da obra literária, sobretudo, na procura de uma tomada de consciência do “eu” e do que mentalmente esse “eu” vai acumulando.

O apego a alguns padrões emocionais e o desejo que temos de nos libertarmos deles. O que vem de fora de nós e nos devolve um outro olhar sobre a nossa existência. A inquietude que nos transporta para além do pensamento porque nos damos conta de que, dentro de cada um de nós, existe uma dimensão infinitamente mais vasta do que a dos pensamentos.

UM FIO DE AR
7, 14, 21 e 28 SETEMBRO | 5 OUTUBRO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

Direção e Coreografia AMÉLIA BENTES
Intérpretes SÉRGIO DIOGO MATIAS, DANIEL MATOS, JOSÉ RODRIGO TEIXEIRA
Música original JON LUZ
Músico ao vivo FLORENT MANNEVEAU (tuba, saxofone)
Fotografias JOAQUIM LEAL
Apoio EIRA
Produção ASSOCIAÇÃO TEATRO EXPERIMENTAL DE LAGOS – TEL
ESTA ESTRUTURA TEM O APOIO DA FUNDAÇÃO GDA

dança

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(Português) JOGOS DE CAVALARIA

(Português) Como se formava e se organizava um exército medieval? Que equipamento militar utilizavam os cavaleiros da Idade Média? De que forma se instalava um cerco a uma cidade fortificada? Como se atacava e invadia uma fortificação medieval? Estas serão apenas algumas das questões abordadas nestes Jogos de Cavalaria.

Considerando como pano de fundo da atividade o cerco castelhano à cidade de Lisboa durante o ano de 1384, em consequência da crise sucessória após a morte de D. Fernando, pretende-se com estes jogos seguir de perto os diferentes passos dos guerreiros medievos durante o assédio a um forte, assumindo o participante o papel tanto do atacante castelhano que tenta conquistar o castelo, como o do soldado que se defende dentro das muralhas da cidade de Lisboa.

A partir de diversos jogos medievais de princípios militares, serão veiculadas informações diversas aos visitantes em idade escolar, abordando vários parâmetros dos acontecimentos militares e da prática da guerra durante a Idade Média, como dinâmicas de cerco (desembarques das tropas; assentamento do acampamento militar – arraial; disposição das armas de cerco; táticas de cerco), ou embates bélicos medievais (armamento, organização militar, recrutamento, cadeias de comando, recurso à heráldica).

Durante os jogos, os participantes irão experienciar ativamente a vivência e os costumes de um cavaleiro medieval, utilizando as suas indumentárias, brandindo as suas espadas e disparando as suas armas. Todas as atividades serão desenvolvidas entre os muros do castelejo, último reduto de defesa da cidade de Lisboa, tomando partido de toda a ambiência proporcionada pela fortificação.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | JOGOS DE CAVALARIA
11.00 | M/5 | 3,5 €
31 MAR | 30 JUN | 29 SET | 29 DEZ
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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(Português) UM FIO DE AR

(Português) “Não podia ver-me como os outros me viam, não podia colocar-me diante do meu corpo e vê-lo viver com o corpo de outrem.” Luigi Pirandello

“Um fio de ar”, de Amélia Bentes, surge na sequência do trabalho da coreógrafa em torno da gramática dos afetos e da corporalidade das emoções. Surge da necessidade de pensar o espaço que nos move e nos conduz ao outro, nos faz desejar, reagir, apaixonar.

“Um fio de ar” é o título de um dos capítulos mais emblemáticos de “Um, Ninguém e Cem Mil”, do escritor Luigi Pirandello. Aqui encontrou a autora o pretexto para se inspirar no conteúdo emotivo da obra literária, sobretudo, na procura de uma tomada de consciência do “eu” e do que mentalmente esse “eu” vai acumulando.

O apego a alguns padrões emocionais e o desejo que temos de nos libertarmos deles. O que vem de fora de nós e nos devolve um outro olhar sobre a nossa existência. A inquietude que nos transporta para além do pensamento porque nos damos conta de que, dentro de cada um de nós, existe uma dimensão infinitamente mais vasta do que a dos pensamentos.

UM FIO DE AR
7, 14, 21 e 28 SETEMBRO | 5 OUTUBRO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

Direção e Coreografia AMÉLIA BENTES
Intérpretes SÉRGIO DIOGO MATIAS, DANIEL MATOS, JOSÉ RODRIGO TEIXEIRA
Música original JON LUZ
Músico ao vivo FLORENT MANNEVEAU (tuba, saxofone)
Fotografias JOAQUIM LEAL
Apoio EIRA
Produção ASSOCIAÇÃO TEATRO EXPERIMENTAL DE LAGOS – TEL
ESTA ESTRUTURA TEM O APOIO DA FUNDAÇÃO GDA

dança

VESTÍGIOS DO ANTIGO PAÇO REAL DA ALCÁÇOVA

ANTES DO CASTELO

A história e a arqueologia dos períodos anteriores à construção do Castelo: das culturas que chegaram à cidade de Lisboa entre os séculos VIII e III a.C. e do impacto que tiveram no comércio, no urbanismo e na cultura material da época. Dos vestígios da passagem do exército romano republicano por Olisipo, no século II a.C., e de como essa presença se transformou mais tarde numa cidade romana imperial até à chegada dos Visigodos no século V.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | VISITAS EM FAMÍLIA
ANTES DO CASTELO
6 JAN | 3 FEV | 3 MAR | 7 ABR | 5 MAI | 2 JUN | 7 JUL | 4 AGO | 1 SET | 6 OUT | 3 NOV | 1 DEZ
11.00 | M/6 | bilhete Castelo S. Jorge
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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(Português) VISITA AO PÔR-DO-SOL

(Português) Último reduto de proteção para as gentes da cidade de Lisboa, o Castelo de S. Jorge, assumiu-se ao longo de toda a Idade Média, como um local com um forte carácter militar e de espaço de poder, ao qual se veio a associar, a partir de meados do século XIII, mas sobretudo do século XIV ao inicio do século XVI, um carácter áulico importante, com a instalação do Paço Real e as vivências próprias da Corte.

Para comemorar o DIA NACIONAL DOS CASTELOS o Castelo de S. Jorge preparou uma visita orientada de identificação e interpretação de alguns aspetos morfológicos dos castelos, observáveis no Castelo de S. Jorge, contextualizando as alterações que foram sendo introduzidas ao sabor dos tempos adequando-o a funções mais simbólicas e cortesãs, mas integrando as inovações próprias da transição da fortificação medieval para a fortificação moderna.

DIAS COM HISTÓRIA | VISITA AO PÔR-DO-SOL
7 OUTUBRO | 18.00 | Duração 1.30
DIA NACIONAL DOS CASTELOS
Visita ao Castelo de S. Jorge | Gratuito mediante inscrição

JOÃO FÉTEIRA (HISTORIADOR)
SERVIÇO EDUCATIVO DO CASTELO DE S. JORGE

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HISTÓRIAS DOS CERCOS DE LISBOA

Quer o cerco de 1147, quer o cerco de 1384 são marcos fundamentais na história do Castelo de S. Jorge. Nestas apresentações propomos mostrar para além dos equipamentos e formas de combater nos séculos XII e XIV, a constituição do cerco com auxílio de um conjunto de mapas e maquetes que permitirão ao visitante “ver” a implantação da Cerca Velha e da Cerca Fernandina.
Este programa irá igualmente permitir aferir a recetividade do público ao uso de tecnologias interativas aplicadas à recriação histórica. Nomeadamente ao uso de realidade aumentada para recriar quer o Castelejo quer ambas as cercas.
Será explicado ao público os locais de acampamento das várias forças, bem como que táticas foram utilizadas por sitiantes e sitiados, como se equipavam, como combatiam etc.
No final poderão ver a implantação de ambas as cercas no que é a planta de Lisboa hoje em dia.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
HISTÓRIAS DOS CERCOS DE LISBOA
8 SET | 13 OUT | 10 NOV | 8 DEZ
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

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DANÇAS E MÚSICAS NO PAÇO – SÉCULO XVII

DOMINGOS EM FAMÍLIA | DANÇAS E MÚSICAS NO PAÇO
POESIA E DANÇA – SÉCULOS XV A XVII
A voz e o corpo. O som e o movimento.
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA E DOLCIMELLO

No princípio era o verbo. Depois veio o corpo. A palavra e o gesto. E assim se fez a dança. Impossível separar aquilo que a Natureza uniu. A Associação Danças com História e Dolcimello trazem ao Castelo de S. Jorge um conjunto de danças históricas assentes no que de melhor a nossa literatura produziu nos séculos XV, XVI e XVII…

SÉCULO XVII
15 SET | 20 OUT | 17 NOV | 15 DEZ
Decai o império, a independência corre perigo, mas não a língua portuguesa. Essa não, mantem-se livre, alheia a ameaças e a perigos. O português de seiscentos aprimora-se, torna-se eloquente e atavia-se de acordo com os cânones abarrocados do seu tempo. Sedimentada pelo mundo fora, estabelecida já nas Áfricas, no Oriente e nas Américas, o idioma revive e expande-se na palavra de Vieira, na retórica de Rodrigues Lobo e nas peças de Francisco Manoel de Melo.

Quanto à dança, ganha novos contornos e movimentos, que a arte de dançar progride sempre, imparável, desta vez associada às nações e às cortes com quem Portugal se associa, como é o caso da Inglaterra. Essa Inglaterra para onde segue Catarina de Bragança e que, como Portugal, inicia o seu período pós-Restauração. Alheias a crises e a conflitos, a poesia e a dança seguem sempre. Livres e associadas.

Eis pois, a palavra e a dança do século XVII acompanhadas pela flauta, o cravo/virginal e percussão.

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(Português) OS MERCADORES DE HISTÓRIAS

(Português) Amável e gracioso público, somos viajantes em terras de tempos muy antigos, alguns já nem lembrados, outros já esquecidos. Somos mercadores que foram recolhendo histórias dos lugares por onde passámos. Atentai nos vários objetos que nos acompanham, pois que cada um deles vende uma história… E, para vosso gáudio, eis que ali nos tornamos contadores de histórias! Histórias que contam outras histórias… como aquela que aconteceu ao pobre ferreiro da vila, aquando do Cerco de Lisboa. Ou do nascimento do pequeno Edmundo, enquanto também nascia a lenda de Martim Moniz. Vinde, pois muito temos para contar!

DIAS COM HISTÓRIA | OS MERCADORES DE HISTÓRIAS
25 OUTUBRO | 10.30, 14.30, 18.00 | Porta do Martim Moniz
DIA DA TOMADA DE LISBOA

direção ROGÉRIO PAULO
criação e interpretação MARGARIDA BARATA, NUNO PONTES E ROGÉRIO PAULO
produção RESTO DE NADA – ASSOCIAÇÃO CULTURAL

RESTO DE NADA – ASSOCIAÇÃO CULTURAL

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