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OS CERCOS DE LISBOA

Quer o cerco de 1147, quer o cerco de 1384 são marcos fundamentais na história do Castelo de S. Jorge. Nestas apresentações propomos mostrar para além dos equipamentos e formas de combater nos séculos XII e XIV, a constituição do cerco com auxílio de um conjunto de mapas e maquetes que permitirão ao visitante “ver” a implantação da Cerca Velha e da Cerca Fernandina.

Este programa irá igualmente permitir aferir a recetividade do público ao uso de tecnologias interativas aplicadas à recriação histórica. Nomeadamente ao uso de realidade aumentada para recriar quer o Castelejo quer ambas as cercas.

Será explicado ao público os locais de acampamento das várias forças, bem como que táticas foram utilizadas por sitiantes e sitiados, como se equipavam, como combatiam etc.

No final poderão ver a implantação de ambas as cercas no que é a planta de Lisboa hoje em dia.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
OS CERCOS DE LISBOA
8 SET | 13 OUT | 10 NOV | 8 DEZ
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

Castelo de S. Jorge

Por entre as muralhas do Castelo

Construídos de raiz ou a partir de estruturas e materiais pré-existentes, os castelos medievais representam os principais esforços militares para a defesa do reino. Monumentos altamente compósitos, as fortificações e suas cercas urbanas revelam princípios arquitetónicos específicos e sentidos táticos diversos.

Escalando as cortinas de muralha do Castelo S. Jorge, seguindo pelo seu adarve, subindo pelas suas torres e espreitando pelas suas ameias, iremos procurar os elementos morfológicos dos castelos ibéricos, as suas características e especificidades, assim como as marcas das suas sucessivas e complexas reutilizações.

Com Inês Meira Araújo, Castelo de S. Jorge / EGEAC (historiadora de arte)

TERTÚLIAS DE INVERNO | OLHARES INVULGARES SOBRE O CASTELO DE LISBOA
10 NOV, 8 DEZ, 12 JAN (2020) e 9 FEV (2020) | 2º DOMINGO DO MÊS | 16.00

Uma abordagem singular do património do Castelo de S. Jorge e da sua envolvente, de descoberta de outros patrimónios que raramente são abordados, quer por as suas evidências dificilmente serem descodificadas sem o contributo de especialistas, ou por simplesmente não lhes darmos importância como objetos culturais. Quatro visitas de exploração orientadas por especialistas que nos mostram outras perspetivas do Castelo de S. Jorge e da sua relação com a cidade.

GRATUITO mediante inscrição
info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques

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DANÇAS E MÚSICA NO PAÇO – SÉCULO XVII

SÉCULO XVII
15 SET | 20 OUT | 17 NOV | 15 DEZ

Decai o império, a independência corre perigo, mas não a língua portuguesa. Essa não, mantem-se livre, alheia a ameaças e a perigos. O português de seiscentos aprimora-se, torna-se eloquente e atavia-se de acordo com os cânones abarrocados do seu tempo. Sedimentada pelo mundo fora, estabelecida já nas Áfricas, no Oriente e nas Américas, o idioma revive e expande-se na palavra de Vieira, na retórica de Rodrigues Lobo e nas peças de Francisco Manoel de Melo.

Quanto à dança, ganha novos contornos e movimentos, que a arte de dançar progride sempre, imparável, desta vez associada às nações e às cortes com quem Portugal se associa, como é o caso da Inglaterra. Essa Inglaterra para onde segue Catarina de Bragança e que, como Portugal, inicia o seu período pós-Restauração. Alheias a crises e a conflitos, a poesia e a dança seguem sempre. Livres e associadas.

Eis pois, a palavra e a dança do século XVII acompanhadas pela flauta, o cravo/virginal e percussão.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | DANÇAS E MÚSICA NO PAÇO
POESIA E DANÇA – SÉCULOS XV A XVII
A voz e o corpo. O som e o movimento.
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA E DOLCIMELLO

No princípio era o verbo. Depois veio o corpo. A palavra e o gesto. E assim se fez a dança. Impossível separar aquilo que a Natureza uniu. A Associação Danças com História e Dolcimello trazem ao Castelo de S. Jorge um conjunto de danças históricas assentes no que de melhor a nossa literatura produziu nos séculos XV, XVI e XVII…

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O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE

Descobrir o castelo e a alcáçova medieval e a sua relação com a cidade propriamente dita, numa abordagem das estruturas defensivas da cidade medieva do século XI-XII, assim como dos aspetos sociais, religiosos e económicos da época, tendo por base o cenário encontrado pelo contingente militar cristão liderado por Afonso Henriques que, após um longo cerco de aproximadamente quatro meses, entra na cidade em 25 de Outubro de 1147, hasteando o estandarte da cristandade.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | VISITAS EM FAMÍLIA
O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE
27 JAN | 24 FEV | 24 MAR | 28 ABR | 26 MAI | 23 JUN | 28 JUL | 25 AGO | 22 SET | 27 OUT | 24 NOV | 22 DEZ
11.00 | M/6 | 3,50 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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JOGOS DE CAVALARIA

Como se formava e se organizava um exército medieval? Que equipamento militar utilizavam os cavaleiros da Idade Média? De que forma se instalava um cerco a uma cidade fortificada? Como se atacava e invadia uma fortificação medieval? Estas serão apenas algumas das questões abordadas nestes Jogos de Cavalaria.

Considerando como pano de fundo da atividade o cerco castelhano à cidade de Lisboa durante o ano de 1384, em consequência da crise sucessória após a morte de D. Fernando, pretende-se com estes jogos seguir de perto os diferentes passos dos guerreiros medievos durante o assédio a um forte, assumindo o participante o papel tanto do atacante castelhano que tenta conquistar o castelo, como o do soldado que se defende dentro das muralhas da cidade de Lisboa.

A partir de diversos jogos medievais de princípios militares, serão veiculadas informações diversas aos visitantes em idade escolar, abordando vários parâmetros dos acontecimentos militares e da prática da guerra durante a Idade Média, como dinâmicas de cerco (desembarques das tropas; assentamento do acampamento militar – arraial; disposição das armas de cerco; táticas de cerco), ou embates bélicos medievais (armamento, organização militar, recrutamento, cadeias de comando, recurso à heráldica).

Durante os jogos, os participantes irão experienciar ativamente a vivência e os costumes de um cavaleiro medieval, utilizando as suas indumentárias, brandindo as suas espadas e disparando as suas armas. Todas as atividades serão desenvolvidas entre os muros do castelejo, último reduto de defesa da cidade de Lisboa, tomando partido de toda a ambiência proporcionada pela fortificação.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | JOGOS DE CAVALARIA
11.00 | M/5 | 3,5 €
31 MAR | 30 JUN | 29 SET | 29 DEZ
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

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LEITURAS DE INVERNO – “HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA” DE JOSÉ SARAMAGO

“Enquanto não alcançares a verdade, não poderás corrigi-la. Porém, se não a corrigires, não a alcançarás. Entretanto não te resignes”. Esta é a epígrafe da “História do Cerco de Lisboa” de José Saramago que será apresentado no programa “Leituras de Inverno”. Uma leitura encenada deste romance que explora a “verdade histórica” em torno de um “não” que a coloca em causa. Dois tempos: os cruzados do século XII, o revisor Raimundo Silva e sua diretora editorial Maria Sara no século XX. Dois tempos num romance que questiona se, como dizia Eça de Queiroz, a história não é “provavelmente uma grande fantasia”*. Refere ainda José Saramago a propósito deste livro que “o que ambiciona, no fundo, é escrever o único livro impossível: A História do Passado, esse tempo que é todo o Tempo [...]“*.

*”A estátua e a pedra”, de José Saramago, Fundação José Saramago, 2013

Ficha Artística
obra HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA
autor JOSÉ SARAMAGO
direção TONAN QUITO
adaptação do texto ANA MATOS e TONAN QUITO
interpretação PAULO PINTO, SÍLVIA FILIPE e TONAN QUITO
produção HOMEMBALA

Uma parceria entre Castelo de S. Jorge / Egeac
e Fundação José Saramago

LEITURAS DE INVERNO | “HISTÓRIA DO CERCO DE LISBOA” DE JOSÉ SARAMAGO
3 NOV, 1 DEZ, 5 JAN (2020) e 2 FEV (2020) | 1º DOMINGO DO MÊS | 16.00
GRATUITO mediante inscrição | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques

Castelo de S. Jorge

Lisboa medieval vista da Alcáçova

Alcandorada numa das colinas de Lisboa, a Alcáçova remonta ao período de ocupação islâmica, com a delimitação física de uma área que, além de constituir o último reduto de defesa da cidade, se destinava também a residência das elites – funções que manterá mesmo após a conquista cristã, em 1147. A vários séculos de distância, ainda hoje é possível distinguir alguns traços da antiga cidade medieval na Lisboa de hoje – tal o objeto desta tertúlia.

Com André Leitão, Castelo de S. Jorge / EGEAC (historiador)

TERTÚLIAS DE INVERNO | OLHARES INVULGARES SOBRE O CASTELO DE LISBOA
10 NOV, 8 DEZ, 12 JAN (2020) e 9 FEV (2020) | 2º DOMINGO DO MÊS | 16.00

Uma abordagem singular do património do Castelo de S. Jorge e da sua envolvente, de descoberta de outros patrimónios que raramente são abordados, quer por as suas evidências dificilmente serem descodificadas sem o contributo de especialistas, ou por simplesmente não lhes darmos importância como objetos culturais. Quatro visitas de exploração orientadas por especialistas que nos mostram outras perspetivas do Castelo de S. Jorge e da sua relação com a cidade.

GRATUITO mediante inscrição
info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Encontro junto da estátua de D. Afonso Henriques

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