Uma noite no Castelo 1

MORCEGOS NO CASTELO

Na companhia de um biólogo propõe-se um passeio noturno pelo Castelo de S. Jorge de descoberta, observação e identificação de várias espécies de morcegos que aqui habitam, como o morcego-rabudo, o morcego-anão, o morcego-de-água ou o morcego-hortelão, com a ajuda de um detetor de ultrassons, e compreender a importância extraordinária que os morcegos desempenham no funcionamento dos ecossistemas, desmistificando mitos e lendas que ainda hoje os envolvem numa aura de mistério.

FORA DE HORAS | MORCEGOS NO CASTELO
JUN, JUL, AGO e SET | SÁBADOS
20.30 | M/5 | Bilhete Normal 10 € | Bilhete Família (4 pessoas incluindo no mínimo 1 criança) 20 € | Bilhete Grupo (para mais de 15 pessoas) 5 € por pessoa
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
BIOTA

csj 20

LIS MATER

MATER nasceu de um convite à Amalgama Companhia de Dança, criar algo específico para o Castelo de S. Jorge, um lugar emblemático e único da nossa cidade. Um lugar que nos inspira a berço, raízes, memórias, pedra, coragem, edificação, MATER faz a síntese de três estímulos essenciais que estão na origem da sua construção

a “Conquista” (vontade primordial/ não a vontade de conquista do outro mas de me conquistar, fazer renascer da minha essência, de me outrar no melhor de mim, o sonho, o ideal, a missão)

a “Espada” (São Jorge, o cavaleiro anjo guerreiro, a que afasta e protege dos obstáculos, a coragem de se cumprir a missão própria, a coluna vertebral do alinhamento e elevação, a chave que abre a porta, ou a cruz/flamejante, alquímica e iniciática, de saber ser pela lei da espada e do amor)

a “Origem” (a matriz, ancestral, física, mas não só, a memória, o lugar primeiro, Mater a grande mãe simbólica, a capacidade de dar a Luz, criar forma, a matéria prima que se sublima na missão e se materializa na forma, dentro e fora de cada um de nós, de materializar o ideal, o sonho, o que pulso do fundo invencível, o Amor).

A Lis associamos a matriz, origem simbólica de Lisboa associada ao Castelo e tudo o que nele encerra, a grande edificação, a obra arquitetónica, a casa, a estrutura, a proteção, a fundação, a elevação, a raiz e identidade simbólica de uma cidade e de um povo nação.

Também neste Castelo se iniciou a cidade, se lutou por ela, se matou erroneamente em nome de muita ilusão e poder, mas não são esses estímulos que nos tocam, ou onde se apoia a criação.

Todo símbolo verdadeiro encerra sempre uma pluralidade de sentidos que, longe de se excluírem ou de se contradizerem, harmonizam-se e complementam-se mutuamente.

Não se pretende contar histórias, mas trabalhar o símbolo, uma essência primeira, honrar a Origem, por um olhar aberto através da dança, da música e do canto.

Assim, a alquimia da criação, numa visão poética e simbólica, procura na síntese dos três estímulos, a matriz, conquista de si mesmo, para uma verdadeira ligação aos outros e ao mundo, o conquistador do Quinto Império, o casamento da força e da beleza, o ideal renascido do Amor.

A proposta assenta na apresentação de um site specific composto e cocriado por um grupo de bailarinos da Amálgama com a participação de músicos e vozes. A criação assenta na escuta e nos estímulos do espaço, desenha-se a partir dos seus recursos naturais e nos cruzamentos cénicos que lhe vão dando forma entre corpos e pedras, e desenrola-se como uma viagem e um convite ao público presente para nela também entrar.

Corpos na pedra, movimentos, instalações, rituais dançantes, encontros, desafios…

O Guerreiro e seu símbolo sintetizam, de algum modo, os dois aspetos de “Tudo” em sua significação “Total”. Madame Blavatsky

Ou como dizia Saramago … “…a história do passado esse tempo que é todo o tempo “…

Conquista-me contorna-me aprofunda-te em mim!

Risoleta Pinto Pedro

SÁBADOS NO CASTELO | LIS MATER
29 JUNHO | 6, 13, 20 e 27 JULHO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

criação e interpretação COLECTIVO AMALGAMA
figurinos ESCOLA DE MODA DE LISBOA
direção artística SANDRA BATTAGLIA
textos RISOLETA PINTO PEDRO
participação especial MÚSICOS E CANTORES

AMÁLGAMA COMPANHIA DE DANÇA

dança

seculo_xv_com_a_arte_de_gil_vicente

DANÇAS E MÚSICA NO PAÇO – SÉCULO XV

SÉCULO XV
16 JUN | 21 JUL | 18 AGO

Século XV, período de formação e sedimentação da língua portuguesa, com Fernão Lopes e Sá de Miranda em plano de destaque e com a tradição trovadoresca em pano de fundo. Lentamente, o idioma vai-se libertando do latim, pois até já os documentos oficiais ou vernáculos dispensam a língua de Virgílio e de Ovídio para passarem a ser escritos e lidos em voz alta no português do tempo das caravelas.

A poesia, é o seu veículo mais primoroso.

Ao mesmo tempo, a dança afirma-se cada vez mais, assente na eterna tradição popular e na pujante cultura cortesã. A união entre ambas – voz e corpo – era inevitável.

Eis, pois, a palavra e a dança do século XV acompanhadas por instrumentos de ‘música alta’ tais como a sacabuxa, a charamela/gaita e percussão.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | DANÇAS E MÚSICA NO PAÇO
POESIA E DANÇA – SÉCULOS XV A XVII
A voz e o corpo. O som e o movimento.
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA E DOLCIMELLO

No princípio era o verbo. Depois veio o corpo. A palavra e o gesto. E assim se fez a dança. Impossível separar aquilo que a Natureza uniu. A Associação Danças com História e Dolcimello trazem ao Castelo de S. Jorge um conjunto de danças históricas assentes no que de melhor a nossa literatura produziu nos séculos XV, XVI e XVII…

csj 20

LIS MATER

MATER nasceu de um convite à Amalgama Companhia de Dança, criar algo específico para o Castelo de S. Jorge, um lugar emblemático e único da nossa cidade. Um lugar que nos inspira a berço, raízes, memórias, pedra, coragem, edificação, MATER faz a síntese de três estímulos essenciais que estão na origem da sua construção

a “Conquista” (vontade primordial/ não a vontade de conquista do outro mas de me conquistar, fazer renascer da minha essência, de me outrar no melhor de mim, o sonho, o ideal, a missão)

a “Espada” (São Jorge, o cavaleiro anjo guerreiro, a que afasta e protege dos obstáculos, a coragem de se cumprir a missão própria, a coluna vertebral do alinhamento e elevação, a chave que abre a porta, ou a cruz/flamejante, alquímica e iniciática, de saber ser pela lei da espada e do amor)

a “Origem” (a matriz, ancestral, física, mas não só, a memória, o lugar primeiro, Mater a grande mãe simbólica, a capacidade de dar a Luz, criar forma, a matéria prima que se sublima na missão e se materializa na forma, dentro e fora de cada um de nós, de materializar o ideal, o sonho, o que pulso do fundo invencível, o Amor).

A Lis associamos a matriz, origem simbólica de Lisboa associada ao Castelo e tudo o que nele encerra, a grande edificação, a obra arquitetónica, a casa, a estrutura, a proteção, a fundação, a elevação, a raiz e identidade simbólica de uma cidade e de um povo nação.

Também neste Castelo se iniciou a cidade, se lutou por ela, se matou erroneamente em nome de muita ilusão e poder, mas não são esses estímulos que nos tocam, ou onde se apoia a criação.

Todo símbolo verdadeiro encerra sempre uma pluralidade de sentidos que, longe de se excluírem ou de se contradizerem, harmonizam-se e complementam-se mutuamente.

Não se pretende contar histórias, mas trabalhar o símbolo, uma essência primeira, honrar a Origem, por um olhar aberto através da dança, da música e do canto.

Assim, a alquimia da criação, numa visão poética e simbólica, procura na síntese dos três estímulos, a matriz, conquista de si mesmo, para uma verdadeira ligação aos outros e ao mundo, o conquistador do Quinto Império, o casamento da força e da beleza, o ideal renascido do Amor.

A proposta assenta na apresentação de um site specific composto e cocriado por um grupo de bailarinos da Amálgama com a participação de músicos e vozes. A criação assenta na escuta e nos estímulos do espaço, desenha-se a partir dos seus recursos naturais e nos cruzamentos cénicos que lhe vão dando forma entre corpos e pedras, e desenrola-se como uma viagem e um convite ao público presente para nela também entrar.

Corpos na pedra, movimentos, instalações, rituais dançantes, encontros, desafios…

O Guerreiro e seu símbolo sintetizam, de algum modo, os dois aspetos de “Tudo” em sua significação “Total”. Madame Blavatsky

Ou como dizia Saramago … “…a história do passado esse tempo que é todo o tempo “…

Conquista-me contorna-me aprofunda-te em mim!

Risoleta Pinto Pedro

SÁBADOS NO CASTELO | LIS MATER
29 JUNHO | 6, 13, 20 e 27 JULHO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

criação e interpretação COLECTIVO AMALGAMA
figurinos ESCOLA DE MODA DE LISBOA
direção artística SANDRA BATTAGLIA
textos RISOLETA PINTO PEDRO
participação especial MÚSICOS E CANTORES

AMÁLGAMA COMPANHIA DE DANÇA

dança

visitas em familia

O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE

Descobrir o castelo e a alcáçova medieval e a sua relação com a cidade propriamente dita, numa abordagem das estruturas defensivas da cidade medieva do século XI-XII, assim como dos aspetos sociais, religiosos e económicos da época, tendo por base o cenário encontrado pelo contingente militar cristão liderado por Afonso Henriques que, após um longo cerco de aproximadamente quatro meses, entra na cidade em 25 de Outubro de 1147, hasteando o estandarte da cristandade.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | VISITAS EM FAMÍLIA
O CASTELO, A ALCÁÇOVA E A CONQUISTA DA CIDADE
27 JAN | 24 FEV | 24 MAR | 28 ABR | 26 MAI | 23 JUN | 28 JUL | 25 AGO | 22 SET | 27 OUT | 24 NOV | 22 DEZ
11.00 | M/6 | 3,50 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

dia nacional dos castelos (640x427)

ACROBACIAS, FARRAS E FOLIAS

Nos entardeceres de verão, grupos de rapazes e raparigas, corpos jovens e vigorosos ocupam as praças e percorrem as ruas com os seus jogos e danças, tolices e fanfarronadas. Divertem-se desafiando a ordem, provocando vizinhos, saltando muros, trepando janelas e correndo sobre telhados, como quem quer voar, chegar mais além. Assaltam galinheiros e pomares, roubam dos estendais roupas brancas e rendadas, mascaram-se, superam-se, desafiam-se.

São jogos tolos, confrontos de força, demonstrações de coragem, de graça e agilidade, danças e jogos que lembram rituais de passagem ou de acasalamento.

Acrobacias, Farras e Folias é um espetáculo de Circo (acrobacias, manipulação de objetos e equilíbrios) que se desenvolve como uma dança acrobática, que oscila entre Apolo, deus da beleza, da razão, da clareza, da ordem e Dionísio deus da aventura, da música, da fantasia, da desordem.
Espetáculo inspirado nas «Danças de Lucta», prática performativa carnavalesca (presente em Lisboa até ao 1º quartel do século XX), desenvolvida por grupos, os jovens dos Bairros mais castiços: Alfama, Mouraria e Bica, para uma competição anual (provavelmente ancestral direto das atuais Marchas Populares).

SÁBADOS NO CASTELO | ACROBACIAS, FARRAS E FOLIAS
3, 10, 17, 24 e 31 AGOSTO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

CHAPITÔ

artes performativas

VESTÍGIOS DO ANTIGO PAÇO REAL DA ALCÁÇOVA

ANTES DO CASTELO

A história e a arqueologia dos períodos anteriores à construção do Castelo: das culturas que chegaram à cidade de Lisboa entre os séculos VIII e III a.C. e do impacto que tiveram no comércio, no urbanismo e na cultura material da época. Dos vestígios da passagem do exército romano republicano por Olisipo, no século II a.C., e de como essa presença se transformou mais tarde numa cidade romana imperial até à chegada dos Visigodos no século V.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | VISITAS EM FAMÍLIA
ANTES DO CASTELO
6 JAN | 3 FEV | 3 MAR | 7 ABR | 5 MAI | 2 JUN | 7 JUL | 4 AGO | 1 SET | 6 OUT | 3 NOV | 1 DEZ
11.00 | M/6 | 3,5 €
INSCRIÇÃO PRÉVIA | info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
SERVIÇO EDUCATIVO CASTELO DE S. JORGE

dia nacional dos castelos (640x427)

ACROBACIAS, FARRAS E FOLIAS

Nos entardeceres de verão, grupos de rapazes e raparigas, corpos jovens e vigorosos ocupam as praças e percorrem as ruas com os seus jogos e danças, tolices e fanfarronadas. Divertem-se desafiando a ordem, provocando vizinhos, saltando muros, trepando janelas e correndo sobre telhados, como quem quer voar, chegar mais além. Assaltam galinheiros e pomares, roubam dos estendais roupas brancas e rendadas, mascaram-se, superam-se, desafiam-se.

São jogos tolos, confrontos de força, demonstrações de coragem, de graça e agilidade, danças e jogos que lembram rituais de passagem ou de acasalamento.

Acrobacias, Farras e Folias é um espetáculo de Circo (acrobacias, manipulação de objetos e equilíbrios) que se desenvolve como uma dança acrobática, que oscila entre Apolo, deus da beleza, da razão, da clareza, da ordem e Dionísio deus da aventura, da música, da fantasia, da desordem.
Espetáculo inspirado nas «Danças de Lucta», prática performativa carnavalesca (presente em Lisboa até ao 1º quartel do século XX), desenvolvida por grupos, os jovens dos Bairros mais castiços: Alfama, Mouraria e Bica, para uma competição anual (provavelmente ancestral direto das atuais Marchas Populares).

SÁBADOS NO CASTELO | ACROBACIAS, FARRAS E FOLIAS
3, 10, 17, 24 e 31 AGOSTO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

CHAPITÔ

artes performativas

Lança 02

ORDENS MILITARES RELIGIOSAS

As ordens militares religiosas fazem parte integrante quer da história nacional quer do imaginário de grande parte do público, este programa visa promover o conhecimento mais aprofundado das mesmas, desmistificando a sua história ao mesmo tempo que mostra de forma historicamente correta os vários tipos de “uniformes”, armaduras e formas de combate.

Para isso, achamos melhor dividir este programa em quatro acompanhando o nascimento, evolução e por vezes extinção de algumas das mais importantes ordens militares religiosas em Portugal:

Ordem do Hospital – Séc. XII a Séc. XV/XVI
Ordem do Templo – Séc. XII a Séc. XIV
Ordem de Avis – Séc. XIII (?) a Séc. XVI
Ordem de Cristo – Séc. XIV a Séc. XVI

Os programas serão divididos cronologicamente do séc. XII ao séc. XVI abordando a evolução das ordens e do seu papel na nacionalidade.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | ARTES BÉLICAS
ORDENS MILITARES RELIGIOSAS
12 MAI | 9 JUN | 14 JUL | 11 AGO
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
OFÍCIO BÉLICO

dia nacional dos castelos (640x427)

ACROBACIAS, FARRAS E FOLIAS

Nos entardeceres de verão, grupos de rapazes e raparigas, corpos jovens e vigorosos ocupam as praças e percorrem as ruas com os seus jogos e danças, tolices e fanfarronadas. Divertem-se desafiando a ordem, provocando vizinhos, saltando muros, trepando janelas e correndo sobre telhados, como quem quer voar, chegar mais além. Assaltam galinheiros e pomares, roubam dos estendais roupas brancas e rendadas, mascaram-se, superam-se, desafiam-se.

São jogos tolos, confrontos de força, demonstrações de coragem, de graça e agilidade, danças e jogos que lembram rituais de passagem ou de acasalamento.

Acrobacias, Farras e Folias é um espetáculo de Circo (acrobacias, manipulação de objetos e equilíbrios) que se desenvolve como uma dança acrobática, que oscila entre Apolo, deus da beleza, da razão, da clareza, da ordem e Dionísio deus da aventura, da música, da fantasia, da desordem.
Espetáculo inspirado nas «Danças de Lucta», prática performativa carnavalesca (presente em Lisboa até ao 1º quartel do século XX), desenvolvida por grupos, os jovens dos Bairros mais castiços: Alfama, Mouraria e Bica, para uma competição anual (provavelmente ancestral direto das atuais Marchas Populares).

SÁBADOS NO CASTELO | ACROBACIAS, FARRAS E FOLIAS
3, 10, 17, 24 e 31 AGOSTO | 19.00
todas as idades | bilhete Castelo de S. Jorge

CHAPITÔ

artes performativas

1 2
..