DANÇAS E MÚSICA NO PAÇO – SÉCULO XVII

SÉCULO XVII
15 SET | 20 OUT | 17 NOV | 15 DEZ

Decai o império, a independência corre perigo, mas não a língua portuguesa. Essa não, mantem-se livre, alheia a ameaças e a perigos. O português de seiscentos aprimora-se, torna-se eloquente e atavia-se de acordo com os cânones abarrocados do seu tempo. Sedimentada pelo mundo fora, estabelecida já nas Áfricas, no Oriente e nas Américas, o idioma revive e expande-se na palavra de Vieira, na retórica de Rodrigues Lobo e nas peças de Francisco Manoel de Melo.

Quanto à dança, ganha novos contornos e movimentos, que a arte de dançar progride sempre, imparável, desta vez associada às nações e às cortes com quem Portugal se associa, como é o caso da Inglaterra. Essa Inglaterra para onde segue Catarina de Bragança e que, como Portugal, inicia o seu período pós-Restauração. Alheias a crises e a conflitos, a poesia e a dança seguem sempre. Livres e associadas.

Eis pois, a palavra e a dança do século XVII acompanhadas pela flauta, o cravo/virginal e percussão.

DOMINGOS EM FAMÍLIA | DANÇAS E MÚSICA NO PAÇO
POESIA E DANÇA – SÉCULOS XV A XVII
A voz e o corpo. O som e o movimento.
11.00 | M/5 | bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA E DOLCIMELLO

No princípio era o verbo. Depois veio o corpo. A palavra e o gesto. E assim se fez a dança. Impossível separar aquilo que a Natureza uniu. A Associação Danças com História e Dolcimello trazem ao Castelo de S. Jorge um conjunto de danças históricas assentes no que de melhor a nossa literatura produziu nos séculos XV, XVI e XVII…

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