© Castelo de S.Jorge

(Português) Aula adaptada com princípios de yoga & pilates | Aula ao ar-livre

(Português) Aula adaptada com princípios de yoga & pilates | Aula ao ar-livre
Instrutora Sandra Tavares Marcelino

Segundas-feiras
3,10,17,24,31 de maio
18h00

Terraço do Castelo de São Jorge
Entrada livre mediante inscrição prévia para info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 10h00 e até 10m antes do início da aula
Dos 6 aos 60 anos

Máximo: 10 participantes *
Condições de participação:
- roupa e calçado adequados à prática;
- trazer tapete e toalha para a prática;
- uso obrigatório de máscara para entrada no Castelo e distanciamento social de 2m.
Não há serviço de bengaleiro ou guarda de roupa/pertences no local.

*A realização da aula e o número de participantes podem sofrer alterações, de acordo com as regras da DGS em vigor.

© Castelo de S.Jorge

(Português) Blhéc, outra vez peixe! – Oficina

(Português) “A Maria amuava sempre aos domingos, à mesma hora e no mesmo sítio. A causa da má disposição da Maria era o almoço, ou melhor, o peixe cozido.”

Margarida Botelho, “Os lugares de Maria”

A Maria detesta peixe e não tem a vida fácil aos domingos. Mas, e se a Maria tivesse nascido no tempo dos romanos, grandes apreciadores de uma pasta de peixe feita de atum, cavala ou sardinha, o garum?

Vamos explorar a alimentação através dos achados arqueológicos e levar-te a construir o teu menu ideal.

18 de Maio – Dia Internacional dos Museus
11h00, dos 6 aos 10 anos, PT
Máximo de 15 participantes (1 adulto por 2 crianças)
Gratuito, mediante marcação prévia
Duração aproximada de 1h
com Inês Noivo, Serviço Educativo e Teresa Costa, Investigação, Castelo de S. Jorge /EGEAC

Inscrições em servicoeducativo@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

(Português) De um caco faz-se um prato – Oficina

(Português) A partir de um pequeno caco exposto no Núcleo Museológico do Castelo de S. Jorge, iremos viajar no tempo e interpretar três personagens: um artesão, que pinta cerâmicas numa oficina de Lisboa, durante a idade Média; um arqueólogo, que descobre os objetos antigos pintados pelo artesão; e um museólogo, que regista e desenvolve uma exposição a partir dos achados do arqueólogo.

Vamos conhecer as atividades destas três profissões e desempenhar algumas das suas tarefas.
Por isso, será pintado um prato, que o tempo desfez em cacos. Mas, com cuidado e paciência, estes cacos podem voltar a formar um prato. No final, este simples prato feito de cacos acaba por tornar-se numa importante peça de museu. Com estes pequenos cacos iremos contar a história das gentes que, no passado, viveram no topo da colina do Castelo de S. Jorge.

18 de Maio – Dia Internacional dos Museus
14H30, dos 6 aos 12 anos, PT
Máximo de 15 participantes (1 adulto por 2 crianças)
Gratuito, mediante inscrição prévia
Duração aproximada de 1h
com Inês Meira, Investigação e Raquel Guerreiro, Serviço Educativo, Castelo de S. Jorge/EGEAC

Inscrições em servicoeducativo@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620

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(Português) Gonçalo Ribeiro Telles, Alfama e o seu Castelo – Conferência

(Português) Gonçalo Ribeiro Telles, Alfama e o seu Castelo
Conferência de João Gomes da Silva, Arquiteto Paisagista
18 de maio – Dia Internacional dos Museus
17h
Entrada livre, sujeita à lotação da sala, com levantamento do bilhete no próprio dia

A Obra de Arquitetura Paisagista produzida por Gonçalo Ribeiro Telles é muito extensa,
diversa e criada ao longo de cinco décadas (entre 1948 e 2002). Extensa, porque corresponde a
uma atividade criativa, projetual e de produção de espaço, em que se contam mais de 600
estudos, projeto e planos, com diferentes graus de concretização, certamente. Diversa, por que
se refere a práticas criativas que incluem projetos de pequena e grande escala; de caracter
privado, institucional ou publico; trabalhos de planeamento e ordenamento territorial. Prolongada
no tempo, porque desenvolvida ao longo de cinco décadas de intensa atividade profissional, mas
também intensa participação política e cívica, e trabalho académico fundamental.

Num plano estritamente criativo, embora não seja possível separar a criação, de todas as
outras dimensões da sua vida intensa, como se poderá contemplar, entender e melhor conhecer, o
trabalho que nos deixou sobre a Cidade que tanto amou – Lisboa? Dentro da sua extensa criação,
no domínio do projeto de espaços de paisagem, como podemos interpretar a sua visão
relativamente à conservação, reabilitação ou transformação dos espaços de valor patrimonial, e
qual o seu pensamento sobre tão importante aspeto da nossa cultura e memória coletiva?
Sobre Alfama e o seu Castelo, Monumentos Nacionais e sentimentais, mas sobretudo espaços
inseparáveis da Identificação de Lisboa, enquanto forma de Paisagem, como interviu, colaborou e
contribuiu para a sua construção no nosso imaginário, e para a nossa experiência deste lugar
central da Cidade?

Iremos discutir estas e outras questões, que se levantam naturalmente sobre Ribeiro
Telles, Alfama e o seu Castelo de S. Jorge, e como podemos abrir uma perspetiva de
conhecimento, sobre o seu envolvimento na recriação destes espaços, olhando em paralelo para
o modo como no seu tempo, estas questões foram também pensadas pelos seu pares, noutros
contextos e geografias.

João Gomes da Silva é Arquiteto-paisagista (UE 19855). Foi Assistente de Gonçalo Ribeiro
Telles na Universidade de Évora, e é Professor Convidado no Departamento de Arquitectura da
U.A.L., e na Accademia de Architettura de Mendrisio. É autor e co-autor de diversas Obras em
ambiente Patrimonial, como o sítio Arqueológico da Alcáçova do Castelo de S. Jorge; a Ribeira
das Naus; o sítio Arqueológico das Termas Romanas de S. Pedro do Sul, ou a reabilitação do
Castelo de Ourém e Paço do Conde.

(Português) Puzzles com história – Reconstruir monumentos da cidade

(Português) O que são monumentos e o que os tornam especiais? Fazem estes sítios só parte da cidade, ou também parte de nós?

Há uma imagem muito antiga do séc. XVI, que nos mostra alguns desses lugares e resgata a memória da malha urbana que muito mudou ao longo dos séculos. Através desta oficina refletimos sobre o conceito de monumento e descobrimos os monumentos da cidade, através de um jogo.

18 de Maio – Dia Internacional dos Museus
19h00, M/6, PT
Máximo de 15 participantes (1 adulto por 2 crianças)
Gratuito, mediante inscrição prévia
Duração aproximada de 1h
com Rita Souta e Raquel Guerreiro, Serviço Educativo, Castelo de S. Jorge/EGEAC

Inscrições em servicoeducativo@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620)

© Castelo de S.Jorge

(Português) Aula adaptada com princípios de yoga & pilates | Aula ao ar-livre

(Português) Aula adaptada com princípios de yoga & pilates | Aula ao ar-livre
Instrutora Sandra Tavares Marcelino

Segundas-feiras
3,10,17,24,31 de maio
18h00

Terraço do Castelo de São Jorge
Entrada livre mediante inscrição prévia para info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 10h00 e até 10m antes do início da aula
Dos 6 aos 60 anos

Máximo: 10 participantes *
Condições de participação:
- roupa e calçado adequados à prática;
- trazer tapete e toalha para a prática;
- uso obrigatório de máscara para entrada no Castelo e distanciamento social de 2m.
Não há serviço de bengaleiro ou guarda de roupa/pertences no local.

*A realização da aula e o número de participantes podem sofrer alterações, de acordo com as regras da DGS em vigor.

Castelo

(Português) Descobrir as formas e feitios do Castelo

(Português) Grandes, fortes e por vezes, no alto das colinas, os Castelos sobressaem e avistam-se a largas distâncias. E com uns binóculos especiais de castelos? Veem-se ainda melhor e permitem descobrir todos os pormenores!

Através de uma verdadeira viagem pelas formas e os feitios dos castelos, será possível descobrir para que serviam e que o são! Conhecer as diversas formas geométricas outras, e os seus materiais à luz do Castelo de S. Jorge.

OFICINA PARA OS MAIS NOVOS
Descobrir as formas e feitios do Castelo
11h & 15h, dos 4 aos 9 anos, PT
Máximo de 15 crianças
3,5 euros (mediante marcação prévia)
Duração aproximada de 1h

Com Marta César de Sá e Inês Noivo Serviço Educativo Castelo de S. Jorge / EGEAC

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(Português) Escritas e Escrivães da Torre do Tombo

(Português) O que fazia um escrivão na Idade Média? E um iluminador? Quem eram estas pessoas? Será que sempre se falou português? E se não, que língua se falava? Seremos Fernão Lopes por um dia, descobrindo as origens e a evolução da língua portuguesa, vendo documentos iluminados com caligrafia gótica! Enquanto desenhamos capitulares góticas e, usando pincéis e tintas, iluminaremos documentos com as mais belas pinturas.

OFICINA PARA TODA A FAMÍLIA
Escritas e Escrivães da Torre do Tombo
15h, M/6
Máximo de 10 participantes
3,5 euros (mediante marcação prévia)
Duração aproximada de 1h

Com Raquel Guerreiro e Rita Souta, Serviço Educativo Castelo de S. Jorge / EGEAC

© Castelo de S.Jorge

(Português) Aula adaptada com princípios de yoga & pilates | Aula ao ar-livre

(Português) Aula adaptada com princípios de yoga & pilates | Aula ao ar-livre
Instrutora Sandra Tavares Marcelino

Segundas-feiras
3,10,17,24,31 de maio
18h00

Terraço do Castelo de São Jorge
Entrada livre mediante inscrição prévia para info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 10h00 e até 10m antes do início da aula
Dos 6 aos 60 anos

Máximo: 10 participantes *
Condições de participação:
- roupa e calçado adequados à prática;
- trazer tapete e toalha para a prática;
- uso obrigatório de máscara para entrada no Castelo e distanciamento social de 2m.
Não há serviço de bengaleiro ou guarda de roupa/pertences no local.

*A realização da aula e o número de participantes podem sofrer alterações, de acordo com as regras da DGS em vigor.

© Castelo de S.Jorge

(Português) Conferência – D. Manuel I e o Paço da Alcáçova de Lisboa

(Português) O Paço da Alcáçova foi a residência dos reis de Portugal durante séculos, aquando das suas estadas em Lisboa e D. João I escolheu-o para terminar os seus dias. Nas últimas décadas do século XV, Lisboa foi fustigada por muitos surtos de peste e a corte pousou pouco na cidade, mas no final de 1497 a epidemia acalmou e D. Manuel I mudou-se prestes.

Convocara as cortes para se reunirem em Évora no início de 1498, mas a reunião foi transferida para Lisboa. Durante os sete anos seguintes, o rei residiu predominantemente em Lisboa e a sua residência principal foi a Alcáçova, apesar de os paços de Santos e de Sintra serem usados com alguma frequência. Foi na Alcáçova que se celebraram festas deslumbrantes e que nasceram o príncipe D. João e as infantas D. Isabel e D. Beatriz.

Ao mesmo tempo, D. Manuel I dava início à construção do novo Paço da Ribeira, para onde se transferiu em 1505. Pouco depois, a peste reacendeu-se e o monarca fugiu da cidade, e só voltou a residir aqui em 1510, mas nessa altura instalou-se na Ribeira. A Alcáçova, entretanto, recebera obras e tornou-se, de seguida, na gaiola dourada que passou a alojar Joana, a Beltraneja, a infeliz princesa, prima co-irmã do rei, que fora afastada do trono castelhano

CONFERÊNCIA
D. Manuel I e o Paço da Alcáçova de Lisboa
com Professor Doutor João Paulo Oliveira e Costa
31 maio, 18h00, Sala Ogival

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço, com levantamento do bilhete no próprio dia.

João Paulo Oliveira e Costa nasceu em Lisboa, a 1 de abril de 1962. É Professor Catedrático da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e diretor do Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM) e tem uma vasta obra historiográfica em que se destacam as obras O Japão e o Cristianismo no Século XVI. Ensaios de História Luso-Nipónica (1999), D. Manuel I, um Príncipe do Renascimento (2005), Henrique, o Infante (2009), Mare Nostrum – Em Busca de Honra e Riqueza (2013) e História da Expansão e do Império Português (coordenador e coautor, 2014).

Foi presidente da Associação de Amizade Portugal-Japão (2000-2005), tendo sido distinguido com a Ordem do Sol Nascente pelo Imperador do Japão, em 2015.
Desde 2016 que é Titular da Cátedra da UNESCO para o Património dos Oceanos, Membro do College of Experts Reviewers da European Science Foundation e, de 2021, Presidente da Comissão Científica da História da Marinha.
É autor dos romances A Estreia do Auto da Índia (2021); A Dama do Quimono Branco (2019); Xogum, o senhor do Japão (2018); O Samurai Negro (2016); O Cavaleiro de Olivença (2012); O Fio do Tempo (2010) e O Império dos Pardais (2008).

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