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Morcegos no Castelo

MORCEGOS NO CASTELO
13, 20 e 27 de junho
20h30 | M/5 | Bilhete Normal 10 € | Bilhete < 18 anos 5 € | Bilhete Grupo (para mais de 15 pessoas) 5 € por pessoa inscrição | +351 218 800 620 | info@castelodesaojorge.pt Biota visita orientada Na companhia de um biólogo propõe-se um passeio noturno pelo Castelo de S. Jorge de descoberta, observação e identificação de várias espécies de morcegos que aqui habitam, como o morcego-rabudo, o morcego-anão, o morcego-de-água ou o morcego-hortelão, com a ajuda de um detetor de ultrassons, e compreender a importância extraordinária que os morcegos desempenham no funcionamento dos ecossistemas, desmistificando mitos e lendas que ainda hoje os envolvem numa aura de mistério.

© Castelo de S.Jorge

Aula adaptada com princípios de Yoga & Pilates

Aula adaptada com princípios de Yoga & Pilates | Aula ao ar-livre
Instrutora Sandra Tavares Marcelino

Terraço do Castelo de São Jorge
Entrada livre mediante inscrição prévia para info@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620
Levantamento de bilhete no próprio dia a partir das 10h00 e até 10m antes do início da aula
Dos 6 aos 60 anos

Máximo: 10 participantes *
Condições de participação:
- roupa e calçado adequados à prática;
- trazer tapete e toalha para a prática;
- uso obrigatório de máscara para entrada no Castelo e distanciamento social de 2m.
Não há serviço de bengaleiro ou guarda de roupa/pertences no local.

*A realização da aula e o número de participantes podem sofrer alterações, de acordo com as regras da DGS em vigor.

site specific com lisboa aos pes (800x600)

SITE SPECIFIC – residência artística

SITE SPECIFIC – residência artística | 14 a 18 de junho
espetáculos | 22, 23, 29 e 30 de junho
19h00 | M/6 | bilhete Castelo de S. Jorge, sujeito à lotação do espaço, levantamento de bilhete no próprio dia, 15 minutos antes do início do espetáculo
Parceria entre a ESD – Escola Superior de Dança, Instituto Politécnico de Lisboa e a EGEAC/Castelo de S. Jorge

dança

Em 2021, a Escola Superior de Dança volta a subir ao Castelo de S. Jorge. Estudantes finalistas do Curso de Licenciatura em Dança da ESD estarão em residência artística para criar o Site Specific de Lisboa 2021, orientados pelo Professor Francisco Pedro.

Criadores/Intérpretes (estudantes do Módulo de Site Specific da UC de Projeto VI)
Ana Sofias Tomás, Margarida Galvão, Nuno Labau, Bruna Andrade, Mário Santos, Sara Freitas, Margarida Carvalho, Rafaela Vasconcelos, Tiago Pires, Cristiana Ferreira, Francisca Leite, Maria Inês Alves, Daniela Gonçalves, Luana Frade, Matilde Borges, Fábio Caldeira, Maria Emilia Ferreira, Almuth Isa, Maria Lenczewsha, Beatriz Lourenço, Carolina Ferreira, Daniela Rodrigues, Janice Palma, Maria Francisca Nogueira, Carolina Oliveira, Catarina Marques, Diana Rodrigues, Joana Campos, Pedro Gomes, Bárbara Henriques, Catarina Duarte, Inês Cruz, João Carvalho, Rafael Pinto, Tomás Queirós.

Orientação (docente do Módulo de Site Specific da UC de
Projeto VI) Francisco Pedro

site specific com lisboa aos pes (800x600)

SITE SPECIFIC – residência artística

SITE SPECIFIC – residência artística | 14 a 18 de junho
espetáculos | 22, 23, 29 e 30 de junho
19h00 | M/6 | bilhete Castelo de S. Jorge, sujeito à lotação do espaço, levantamento de bilhete no próprio dia, 15 minutos antes do início do espetáculo
Parceria entre a ESD – Escola Superior de Dança, Instituto Politécnico de Lisboa e a EGEAC/Castelo de S. Jorge

dança

Em 2021, a Escola Superior de Dança volta a subir ao Castelo de S. Jorge. Estudantes finalistas do Curso de Licenciatura em Dança da ESD estarão em residência artística para criar o Site Specific de Lisboa 2021, orientados pelo Professor Francisco Pedro.

Criadores/Intérpretes (estudantes do Módulo de Site Specific da UC de Projeto VI)
Ana Sofias Tomás, Margarida Galvão, Nuno Labau, Bruna Andrade, Mário Santos, Sara Freitas, Margarida Carvalho, Rafaela Vasconcelos, Tiago Pires, Cristiana Ferreira, Francisca Leite, Maria Inês Alves, Daniela Gonçalves, Luana Frade, Matilde Borges, Fábio Caldeira, Maria Emilia Ferreira, Almuth Isa, Maria Lenczewsha, Beatriz Lourenço, Carolina Ferreira, Daniela Rodrigues, Janice Palma, Maria Francisca Nogueira, Carolina Oliveira, Catarina Marques, Diana Rodrigues, Joana Campos, Pedro Gomes, Bárbara Henriques, Catarina Duarte, Inês Cruz, João Carvalho, Rafael Pinto, Tomás Queirós.

Orientação (docente do Módulo de Site Specific da UC de
Projeto VI) Francisco Pedro

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Lisboa, Crónica Anedótica – Cinema

CICLO DE CINEMA “SINFONIAS URBANAS”
Por Filipe Raposo
23 de junho, 20h30, M/12 | Lisboa, Crónica Anedótica, de Leitão de Barros.

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço, levantamento de bilhete no próprio dia, 15 minutos antes do início da sessão

O Cinema e as Cidades num ciclo de cineconcertos

Em junho de 2021, o Castelo de São Jorge, o monumento mais emblemático da cidade de Lisboa, transformar-se-á numa sala de cinema ao ar livre, num ciclo de cineconcertos com Filipe Raposo ao piano. Depois de ter habituado o seu piano a conviver com as imagens do Cinema Mudo em sessões da Cinemateca Portuguesa, Filipe Raposo junta agora música original a quatro títulos fundamentais do Cinema: Lisboa, Crónica Anedótica, sinfonia urbana de Leitão de Barros, As Aventuras do Príncipe Achmed de Lotte Reiniger, O Homem da Câmara de Filmar de Dziga Vertov e Tempos Modernos de Charlie Chaplin.

Há muito que Filipe Raposo vem criando cumplicidade e intimidade com estas imagens, construindo quatro partituras que fazem a ponte entre o passado e o presente.
O Cinema nasce num ambiente urbano e citadino, é criado com o rebuliço próprio das grandes cidades e incitado a continuar nessa mesma velocidade. Com esta mudança, as mesmas ruas transformam-se agora em campo e contracampo dando ao movimento uma nova experiência. Para tentar promover a sua legitimação, o Cinema associou-se a outras áreas artísticas, como a literatura e a pintura, mas teve como principal aliado a música.

O Cinema, ou o Cinema mudo, raramente foi silencioso, pois era comum que os visionamentos fossem feitos com acompanhamento de música ao vivo nos seus mais diversos formatos. Essa relação traduz-se igualmente no subgénero das “sinfonias urbanas”. A partir dos anos 20 do século XX, são vários os filmes que, em jeito de homenagem, têm como protagonistas as metrópoles e os seus habitantes. Lisboa não foi exceção, a primeira longa-metragem de Leitão de Barros ‘Lisboa, crónica anedótica’ é um filme extraordinário que combina influências estéticas e tradições artísticas distintas como as vanguardas cinematográficas europeias.

Do Castelo de São Jorge conseguimos escutar a cidade e os seus sons, lugar privilegiado onde escutamos estas vozes do passado, tornadas presentes pelos filmes e pelas composições de Filipe Raposo trazidas para este ciclo.

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O Homem da Câmara de Filmar – Cinema

CICLO DE CINEMA “SINFONIAS URBANAS”
Por Filipe Raposo
24 de junho, 21h00, M/12 | O Homem da Câmara de Filmar, de Dziga Vertov;

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço, levantamento de bilhete no próprio dia, 15 minutos antes do início da sessão

O Cinema e as Cidades num ciclo de cineconcertos

Em junho de 2021, o Castelo de São Jorge, o monumento mais emblemático da cidade de Lisboa, transformar-se-á numa sala de cinema ao ar livre, num ciclo de cineconcertos com Filipe Raposo ao piano. Depois de ter habituado o seu piano a conviver com as imagens do Cinema Mudo em sessões da Cinemateca Portuguesa, Filipe Raposo junta agora música original a quatro títulos fundamentais do Cinema: Lisboa, Crónica Anedótica, sinfonia urbana de Leitão de Barros, As Aventuras do Príncipe Achmed de Lotte Reiniger, O Homem da Câmara de Filmar de Dziga Vertov e Tempos Modernos de Charlie Chaplin.

Há muito que Filipe Raposo vem criando cumplicidade e intimidade com estas imagens, construindo quatro partituras que fazem a ponte entre o passado e o presente.
O Cinema nasce num ambiente urbano e citadino, é criado com o rebuliço próprio das grandes cidades e incitado a continuar nessa mesma velocidade. Com esta mudança, as mesmas ruas transformam-se agora em campo e contracampo dando ao movimento uma nova experiência. Para tentar promover a sua legitimação, o Cinema associou-se a outras áreas artísticas, como a literatura e a pintura, mas teve como principal aliado a música.

O Cinema, ou o Cinema mudo, raramente foi silencioso, pois era comum que os visionamentos fossem feitos com acompanhamento de música ao vivo nos seus mais diversos formatos. Essa relação traduz-se igualmente no subgénero das “sinfonias urbanas”. A partir dos anos 20 do século XX, são vários os filmes que, em jeito de homenagem, têm como protagonistas as metrópoles e os seus habitantes. Lisboa não foi exceção, a primeira longa-metragem de Leitão de Barros ‘Lisboa, crónica anedótica’ é um filme extraordinário que combina influências estéticas e tradições artísticas distintas como as vanguardas cinematográficas europeias.

Do Castelo de São Jorge conseguimos escutar a cidade e os seus sons, lugar privilegiado onde escutamos estas vozes do passado, tornadas presentes pelos filmes e pelas composições de Filipe Raposo trazidas para este ciclo.

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As Aventuras do Príncipe Achmed – Cinema

CICLO DE CINEMA “SINFONIAS URBANAS”
Por Filipe Raposo
25 de junho, 21h00, M/6 | As Aventuras do Príncipe Achmed, de Lotte Reiniger;

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço, levantamento de bilhete no próprio dia, 15 minutos antes do início da sessão

O Cinema e as Cidades num ciclo de cineconcertos

Em junho de 2021, o Castelo de São Jorge, o monumento mais emblemático da cidade de Lisboa, transformar-se-á numa sala de cinema ao ar livre, num ciclo de cineconcertos com Filipe Raposo ao piano. Depois de ter habituado o seu piano a conviver com as imagens do Cinema Mudo em sessões da Cinemateca Portuguesa, Filipe Raposo junta agora música original a quatro títulos fundamentais do Cinema: Lisboa, Crónica Anedótica, sinfonia urbana de Leitão de Barros, As Aventuras do Príncipe Achmed de Lotte Reiniger, O Homem da Câmara de Filmar de Dziga Vertov e Tempos Modernos de Charlie Chaplin.

Há muito que Filipe Raposo vem criando cumplicidade e intimidade com estas imagens, construindo quatro partituras que fazem a ponte entre o passado e o presente.
O Cinema nasce num ambiente urbano e citadino, é criado com o rebuliço próprio das grandes cidades e incitado a continuar nessa mesma velocidade. Com esta mudança, as mesmas ruas transformam-se agora em campo e contracampo dando ao movimento uma nova experiência. Para tentar promover a sua legitimação, o Cinema associou-se a outras áreas artísticas, como a literatura e a pintura, mas teve como principal aliado a música.

O Cinema, ou o Cinema mudo, raramente foi silencioso, pois era comum que os visionamentos fossem feitos com acompanhamento de música ao vivo nos seus mais diversos formatos. Essa relação traduz-se igualmente no subgénero das “sinfonias urbanas”. A partir dos anos 20 do século XX, são vários os filmes que, em jeito de homenagem, têm como protagonistas as metrópoles e os seus habitantes. Lisboa não foi exceção, a primeira longa-metragem de Leitão de Barros ‘Lisboa, crónica anedótica’ é um filme extraordinário que combina influências estéticas e tradições artísticas distintas como as vanguardas cinematográficas europeias.

Do Castelo de São Jorge conseguimos escutar a cidade e os seus sons, lugar privilegiado onde escutamos estas vozes do passado, tornadas presentes pelos filmes e pelas composições de Filipe Raposo trazidas para este ciclo.

CASTELO

Descobrir as formas e feitios do Castelo

Grandes, fortes e por vezes, no alto das colinas, os Castelos sobressaem e avistam-se a largas distâncias. E com uns binóculos especiais de castelos? Veem-se ainda melhor e permitem descobrir todos os pormenores!

Através de uma verdadeira viagem pelas formas e os feitios dos castelos, será possível descobrir para que serviam e que o são! Conhecer as diversas formas geométricas outras, e os seus materiais à luz do Castelo de S. Jorge.

Oficina para os mais novos
Descobrir as formas e feitios do Castelo
26 de junho
11h & 15h
dos 4 aos 9 anos
Máximo de 12 crianças
Duração aproximada de 1h
3,5€ mediante marcação prévia
servicoeducativo@castelodesaojorge.pt | +351218800620

Com Marta César de Sá e Tiago Ladeira, Serviço Educativo Castelo de São Jorge / EGEAC

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Tempos Modernos – Cinema

CICLO DE CINEMA “SINFONIAS URBANAS”
Por Filipe Raposo
26 de junho, 21h00, M/6 | Tempos Modernos, de Charlie Chaplin;

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço, levantamento de bilhete no próprio dia, 15 minutos antes do início da sessão

O Cinema e as Cidades num ciclo de cineconcertos

Em junho de 2021, o Castelo de São Jorge, o monumento mais emblemático da cidade de Lisboa, transformar-se-á numa sala de cinema ao ar livre, num ciclo de cineconcertos com Filipe Raposo ao piano. Depois de ter habituado o seu piano a conviver com as imagens do Cinema Mudo em sessões da Cinemateca Portuguesa, Filipe Raposo junta agora música original a quatro títulos fundamentais do Cinema: Lisboa, Crónica Anedótica, sinfonia urbana de Leitão de Barros, As Aventuras do Príncipe Achmed de Lotte Reiniger, O Homem da Câmara de Filmar de Dziga Vertov e Tempos Modernos de Charlie Chaplin.

Há muito que Filipe Raposo vem criando cumplicidade e intimidade com estas imagens, construindo quatro partituras que fazem a ponte entre o passado e o presente.
O Cinema nasce num ambiente urbano e citadino, é criado com o rebuliço próprio das grandes cidades e incitado a continuar nessa mesma velocidade. Com esta mudança, as mesmas ruas transformam-se agora em campo e contracampo dando ao movimento uma nova experiência. Para tentar promover a sua legitimação, o Cinema associou-se a outras áreas artísticas, como a literatura e a pintura, mas teve como principal aliado a música.

O Cinema, ou o Cinema mudo, raramente foi silencioso, pois era comum que os visionamentos fossem feitos com acompanhamento de música ao vivo nos seus mais diversos formatos. Essa relação traduz-se igualmente no subgénero das “sinfonias urbanas”. A partir dos anos 20 do século XX, são vários os filmes que, em jeito de homenagem, têm como protagonistas as metrópoles e os seus habitantes. Lisboa não foi exceção, a primeira longa-metragem de Leitão de Barros ‘Lisboa, crónica anedótica’ é um filme extraordinário que combina influências estéticas e tradições artísticas distintas como as vanguardas cinematográficas europeias.

Do Castelo de São Jorge conseguimos escutar a cidade e os seus sons, lugar privilegiado onde escutamos estas vozes do passado, tornadas presentes pelos filmes e pelas composições de Filipe Raposo trazidas para este ciclo.

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Morcegos no Castelo

MORCEGOS NO CASTELO

20h30 | M/5 | Bilhete Normal 10 € | Bilhete < 18 anos 5 € | Bilhete Grupo (para mais de 15 pessoas) 5 € por pessoa inscrição | +351 218 800 620 | info@castelodesaojorge.pt Biota visita orientada Na companhia de um biólogo propõe-se um passeio noturno pelo Castelo de S. Jorge de descoberta, observação e identificação de várias espécies de morcegos que aqui habitam, como o morcego-rabudo, o morcego-anão, o morcego-de-água ou o morcego-hortelão, com a ajuda de um detetor de ultrassons, e compreender a importância extraordinária que os morcegos desempenham no funcionamento dos ecossistemas, desmistificando mitos e lendas que ainda hoje os envolvem numa aura de mistério.

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