Miradouro

Puzzles e Monumentos – Lisboa antes do terramoto de 1755

O que são monumentos e o que os tornam especiais? Fazem estes sítios só parte da cidade, ou também parte de nós?
Há uma imagem muito antiga do séc. XVI, que nos mostra alguns desses lugares e resgata a memória da malha urbana que muito mudou ao longo dos séculos.
Através desta oficina refletimos sobre o conceito de monumento e descobrimos os monumentos da cidade, através de um jogo.

Puzzles e Monumentos – Lisboa antes do terramoto de 1755
Oficina
Oficina para toda a família
Sábado, 11 de setembro
15h00
M/6
Máximo 10 participantes
3,5€ mediante marcação prévia
serviçoeducativo@castelodesaojorge.pt | +351 218 800 620

Com Raquel Guerreiro, Marta Sá – Serviço Educativo Castelo de São Jorge

morcegos BX

Morcegos no Castelo

Morcegos no Castelo
sábado 11 de setembro
20h30 | M/5 | Bilhete Normal 10 € | Bilhete < 18 anos 5 € | inscrição | +351 218 800 620 | info@castelodesaojorge.pt Biota visita orientada

Na companhia de um biólogo propõe-se um passeio noturno pelo Castelo de S. Jorge de descoberta, observação e identificação de várias espécies de morcegos que aqui habitam, como o morcego-rabudo, o morcego-anão, o morcego-de-água ou o morcego-hortelão, com a ajuda de um detetor de ultrassons, e compreender a importância extraordinária que os morcegos desempenham no funcionamento dos ecossistemas, desmistificando mitos e lendas que ainda hoje os envolvem numa aura de mistério.

Uma noite no Castelo 2

AMARAMÁLIA 2020

10 e 11 de setembro
21h30 | M/6 | Entrada livre, sujeita à lotação do espaço, com levantamento do bilhete no próprio dia até 15 minutos antes do início do espetáculo, no limite de dois por pessoa
Não se aceitam reservas

Comemoração do Centenário do Nascimento de Amália Rodrigues
Companhia Portuguesa Bailado Contemporâneo

dança

“O fado nasceu a bordo, aos ritmos infinitos do mar, nas
convulsões dessa alma do mundo, na embriaguez
murmurante dessa eternidade da água.”

Pinto de Carvalho in História do Fado

Neste ano em que se celebram os cem anos do nascimento de Amália Rodrigues, não podia deixar de me associar a estas tão merecidas comemorações (…) com uma obra que marcou uma fase tão importante da minha carreira.

AMARAMÁLIA começará como uma projeção imaginária, uma cerimónia sem tempo e personagens definidas. O seu espaço tanto poderá ser a geometria obscura das vielas e tabernas de Lisboa — na sua penumbra habitada —, como uma janela debruçada sobre a claridade de um lugar sem nome.
As flutuações do destino e das paixões humanas, a tristeza, a separação, a estranheza, o voo e o grito pela liberdade, ressurgirão como a expressão de um sentimento de vida incerta.

O discurso teatral acompanhará o espírito de cada um dos poemas escolhidos —, ao mesmo tempo que se abandonará à voz de Amália, à sua emoção e às suas múltiplas interpretações —, como matéria-prima do seu sentido e da sua própria expressão coreográfica. O que principalmente me move ao abordar esta nova obra é prestar uma homenagem sincera a essa extraordinária e inesquecível Artista que tornou o fado universal e orgulho do nosso povo.

Vasco Wellenkamp

Coreografia, Vasco Wellenkamp
Ensaiadora Cláudia Sampaio
Cenografia Luís Santos e Wilson Galvão
Assistente de cenografia Samuel Garcia
Música Fados cantados por Amália Rodrigues
Figurinos Teresa Martins
Luz André Pina
Bailarinos Carlos Silva, Francisco Ferreira, Ísis Magro de Sá, Maria Mira, Miguel Santos, Ricardo Henriques, Rita Baptista, Rita Carpinteiro, Sara Casal e Tiago Barreiros
Bailarinos estagiários Beatriz Mira
Produção Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo e Fundação Calouste Gulbenkian
Apoio ao Espetáculo AMARAMÁLIA 2020 Fundação Calouste Gulbenkian
Principal Parceiro da CPBC Allianz Portugal
Apoio às digressões RHMais

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